terça-feira, 14 de maio de 2013


A CIDENTE GRAVE DEIXA UMA PESSOA MORTA EM CUBATI                                                                                          UM GRAVE ACIDENTE DEIXOU UMA PESSOA MORTA NA ESTRADA DE CUBATI MUNICIPIO PARAIBANO A VITIMA BATEU EM FRENTE COM UM CARRO O RAPAZ QUE MORREU  TEVE A PERNA E A MAO DECEPADA NA HORA DO ACIDENTE A DELEGACIA DO MUNICIPIO ESTAVAM FEICHADA o DELEGADO REGIONAL DA CIDADE RESPONDE POR MAIS CINCO CIDADES SEGUNDO IFORMAÇOES A DELEGACIA SO FOCIONA EM 15,15 DIAS A VITIMA FATAL FOI JOSINALDO OLIVEIRA MEDEIRO 24 ANOS O ACUSADO E PEDRO LUNA FREIRE QUE AINDA NAO FOI ENCOMTRADO.VEJA AS FOTOS.


















Notícias / Política





Viatura é entregue com erro de português na Paraíba; veja foto


Nome Polícia foi escrito, como mostra a foto, com o acento agudo no L no lugar do I.

O governador Ricardo Coutinho (PSB) entregou, no final da manhã desta quinta-feira (09), durante solenidade no Palácio da Redenção, 75 novos veículos para auxiliar os trabalhos dos profissionais de segurança no Estado.
No entanto, um fato que chamou muito a atençãodos presentes foi a falta de ‘vigilância’ da empresa responsável pela adesivagem das viaturas com as regras gramaticais da língua portuguesa.
Simplesmente, em um dos 50 Chevrolet Spin, o nome Polícia foi escrito, como mostra a foto, com o acento agudo no L no lugar do I.
Isso mesmo, o acento agudo, na viatura 792, está em cima de um consoante, no caso a letra L.

segunda-feira, 13 de maio de 2013


Maiores prefeituras da PB não aderem a protesto contra Dilma e mantêm serviços à população

A manifestação foi organizada pela Famup, que previa a paralisação de 24 horas e funcionamento apenas dos serviços essenciais
Divulgação
Buba Germano em encontro em Maceió
O protesto organizado pela Federação das Associações dos Municípios da Paraíba (Famup) previa o apoio dos 223 municípios, que deveriam paralisar os serviços públicos durante todo dia nesta segunda-feira (13). Apesar do apelo do presidente da Famup, Buba Germano, para que as cidades participassem efetivamente da manifestação, algumas das principais prefeituras do Estado 'boicotaram' o movimento e mantiveram os serviços funcionando normalmente.
O protesto é contra a gestão da presidente Dilma Rousseff, que não estaria priorizando ações e recursos para a seca. As prefeituras fechariam suas portas por 15 dias, no protesto com o objetivo de chamar atenção do Governo Federal e exigir mais políticas públicas para o combate aos seus efeitos.
As assessorias de comunicação e secretárias municipais das cidade de João Pessoa, Campina Grande, Cajazeiras, Patos, Bayeux, Santa Rita e Guarabira confirmaram que estão com suas atividades em funcionamento normal. Entre as prefeituras que não paralisaram os serviços está a de Picuí, onde o prefeito da cidade é aliado ao presidente da Famup; Buba Germano governou Picuí por dois mandatos consecutivos, de 2004 a 2010.
Os assessores de comunicação informaram que as prefeituras apoiam o protesto, mas que seria inviável aderir a uma manifestação desse nível, devido ao porte da cidades. A paralisação, no entendimento dessas gestões, iria gerar muitos prejuízos à sociedade.
A proposta da Famup era para que apenas os serviços essenciais fossem mantidos. O protesto foi organizado de acordo com a orientação de presidentes das entidades municipalistas do Nordeste. A manifestação foi acordada no dia 30 de abril, durante reunião dos presidentes de entidades municipais realizada, em Maceió, capital de Alagoas.
Na tarde desta segunda-feira (13), gestores municipais paraibanos deverão fazer um ato contra a política adotada pelo Governo Federal em relação à seca e participarão de uma sessão especial na Assembleia Legislativa da Paraíba, às 15h, para discutir as dificuldades enfrentadas no período de estiagem. A sessão foi proposta pela deputada Gilma Germano (PPS) e ocorrerá no plenário José Mariz.
Segundo Buba Germano, alguns prefeitos paraibanos devem participar do protesto na ALPB . “Estamos cobrando uma maior atenção do governo federal sobre a questão da seca, que deixou um rastro de destruição sem comparação na história do Nordeste”, diz Buba Germano, presidente da Famup.
De acordo com a 'Carta do Nordeste', este ano mais de 1.400 municípios nordestinos decretaram Situação de Emergência. Isso totaliza 22% das cidades brasileiras. Quase 10 milhões de pessoas passam por problemas como a falta de água, a perda do rebanho e o desemprego.

PMDB-JP: Reunião que deve confirmar nome Manoel Júnior na presidência é adiada

O evento está previsto para iniciar às 10h, na sede do partido, em João Pessoa
Fernando Milanez
Fernando Milanez
O vereador de João Pessoa Fernando Milanez disse, neste domingo, que a Executiva Estadual do PMDB voltará a se reunir sexta-feira (17) para divulgar os nomes dos novos integrantes da comissão provisória do Diretório Municipal da legenda em João Pessoa. O vereador afirmou que a composição foi definida na reunião do partido de segunda-feira passada. Segundo ele, o encontro seria hoje, mas a pedido do presidente do Diretório Estadual, José Maranhão, foi adiado. “Ele está em Tocantins e não chegaria a tempo para participar da reunião”, informou. O evento está previsto para iniciar às 10h, na sede do partido, na Capital.
“Todos que estiveram presentes na última reunião já estão cientes do novo encontro de sexta, quando conheceremos a nova comissão provisória do Diretório Municipal”, disse Fernando Milanez. De acordo com o vereador, o único integrante da executiva que não esteve presente na escolha dos nomes da nova comissão provisória foi o deputado federal Benjamin Maranhão, ex-presidente da comissão. “Como ele não vem participando das reuniões nós não poderíamos ficar a mercê dele para tomar as decisões”, disparou Milanez.
O deputado federal Manoel Júnior deve assumir a presidência da comissão provisória, o vereador Fernando Milanez está cotado para ser primeiro vice-presidente. A primeira secretária geral deve ficar com o deputado estadual Gervásio Maia. Para assumir a segunda secretária geral estão cotados o deputado federal Benjamin Maranhão e o vereador João Almeida.

Polícia Ambiental apreende oito 'paredões' de som em operação na Grande João Pessoa

Autoridades estão trabalhando cada vez mais para cobir paredões de som na Paraíba.
Divulgação
O Batalhão de Polícia Ambiental (BPAmb) apreendeu mais oito equipamentos de som (paredões) durante as ações da ‘Operação Sossego’, neste fim de semana. Os flagrantes foram feitos nos bairros de Várzea Nova (em Santa Rita), Mutirão (em Bayeux) e diversos locais da Capital (Cruz das Armas, Grotão, Bairro dos Novaes, Mangabeira e Jardim Planalto). As multas aplicadas somam aproximadamente R$ 50 mil, conforme informou o comandante do BPAmb, tenente coronel Adielson Pereira.
Segundo ele, desde o início do ano, 91 BPAmb e Sudema apreendem equipamentos de somequipamentos de som foram apreendidos por ultrapassarem os limites permitidos por Lei – que é de 55 decibéis durante o dia e 50 à noite, na zona urbana. Nesse fim de semana, a ocorrência de maior destaque foi registrada em Mangabeira, onde um homem foi notificado pelo uso indevido do som e ainda por manter irregularmente em cativeiro um pássaro silvestre. No total, ele foi multado em R$ 20 mil e conduzido a delegacia por desacatar a guarnição do BPAmb.
Nas demais ocorrências, de acordo com o tenente coronel Adielson, os proprietários dos equipamentos foram multados em valores entre R$ 5 e R$ 10 mil. Toda aparelhagem apreendida foi levada para a sede do BPAmb, situada no Jardim Botânico (Castelo Branco), onde ficam à disposição da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema).
“Os equipamentos só podem ser recuperados pelos proprietários após o pagamento da multa. Mas, caso eles não quitem o débito no prazo estabelecimento pela Sudema, os sons são doados para instituições públicas, Organizações Não Governamentais ou entidades carentes.

policial
13/05/2013 | João Pessoa | Bessa
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Pedreiro é encontrado morto dentro de matagal no Bessa



O pedreiro José Cícero Rosendo, 33 anos, conhecido como 'Zé de Janai', foi encontrado morto na manhã desta segunda-feira (13), na comunidade São Luiz, no bairro do Bessa na capital.

Segundo informações, por volta das 22h30, moradores ouviram disparos em frente de uma granja e acionaram a Polícia Militar através do 190.

O corpo foi encontrado por um trabalhador, que passava no local e se deparou com o sinistro.

O perito criminal informou que a vitima foi morta a golpes de faca e tiros.
Usuário de drogas é executado com 11 tiros em Cabedelo
fotos aguinaldo mota reporter policial paçeiro portal tribuna da verdade


Na cidade de Cabedelo, na Grande João Pessoa, um homem foi morto na comunidade Jardim Manguinhos. Segundo a Polícia, a vítima foi morta com onze tiros de pistola 380. Os disparos atingiram costas e tórax da vítima.


A vitima que não foi identificada estava com uma pedra de crack na mão, o que leva a policia acreditar que ele fosse usuário de drogas
Homem é assassinado a tiros e golpes de faca dentro de bar no Renascer



Um homem não identificado foi assassinado na noite deste domingo (12), quando bebia em um bar no conjunto Renascer I em João Pessoa.

O proprietário do bar disse a policia, quando entrou para pegar uma cerveja a pedido do desconhecido, ouviu alguns tiros, ao sair o homem já estava ao solo sem vida.

A pericia constatou que o homem foi assassinado a tiros e golpes de faca.

O corpo do desconhecido foi removido para o Gemol no bairro do Cristo Redentor, onde ficara aguardando familiares para identificação.
 

Fonte: Redação

Crédito das fotos: Aguinaldo Mota

domingo, 12 de maio de 2013


Estudante de Direito, que também é irmão de major, é assassinado em praça da Capital

Outras três pessoas foram mortas neste final de semana em João Pessoa.
190 PB
Estudante de Direito assassinado

Um estudante de Direito que também é irmão de um major da Polícia Militar foi assassinado na tarde deste sábado (11) quando conversava com amigos em uma praça no bairro da Torre, em João Pessoa.
André Luiz de Araújo Cavalcanti, 24 anos, estava voltando do trabalho (gerente de uma vidraçaria) quando ia aproveitar o sábado conversando com amigos na Praça São Gonçalo, mas acabou sendo surpreendido por homens desconhecidos que efetuaram dois tiros na cabeça dele.
De acordo com informações do delegado de Homicídios, Marcos Paulo, os amigos fugiram e na localidade ninguém quis falar sobre o caso. A autoridade está investigando o crime.  
Pedreiro assassinado por "amigo"
Na manhã deste sábado (11), um pedreiro foi perseguido e assassinado a tiros no bairro dos Funcionários II, zona Oeste da Capital. O principal suspeito é um “amigo” que trabalhava com ele no ramo de construção.
José Leonardo dos Santos Silva, 18 anos, estava fazendo compras com a esposa na feira do bairro do Grotão quando um homem deu um tiro para atingi-lo. A vítima tentou fugir, mas sofreu perseguição pelo suspeito e um comparsa; ao chegar próximo do campo de futebol localizado nos Funcionários II, o pedreiro foi alcançado pelos acusados que dispararam vários tiros e depois fugiram em uma motocicleta.
A mulher do pedreiro foi atrás do marido e ainda o encontrou com vida. Como responsável pelo crime, ele acusou um “amigo” conhecido como Emanuel, que também trabalhava como pedreiro junto com a vítima. A mulher ainda informou à polícia que há alguns dias os dois homens haviam se desentendido por causa de um pagamento.
O capitão Elson do 5º BPM trabalha para deter o suspeito. O delegado de Homicídios, Odilon Ribeiro, também esteve no local e analisa a hipótese de vingança.
Outros assassinatos neste final de semana
Duas pessoas foram assassinadas a tiros no bairro de Mangabeira, em João Pessoa com as mesmas características. Elas estavam caminhando no meio da rua quando foram surpreendidas por desconhecidos que efetuaram vários disparos.
Por volta das 21h dessa sexta-feira (11), um outro homicídio aconteceu em Mangabeira VIII, quando José de Lima Fenandes, 24 anos, se dirigia a pé em direção à praia de Jacarapé, Litoral Sul, e foi alvejado com vários tiros por homens desconhecidos. Ele ainda chegou a ser socorrido para o Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena em João Pessoa, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu enquanto era internado na unidade.
Já na madrugada deste sábado (11), Irinaldo Inácio Francisco de Morais, 21 anos, foi assassinado também enquanto caminhava na rua. Dessa vez, dois homens em uma motocicleta chegaram disparando cerca de oito tiros contra a vítima que morreu no local.
Até o final deste sábado, ninguém foi preso. 

Mães na Dor: mulheres se unem na busca por Justiça de filhos assassinados

Para quem perdeu filhos de forma trágica ou violenta, em algumas datas a dor fica mais difícil de suportar; o Dia das Mães é uma delas
Dizem que a dor mais intensa que uma mulher pode experimentar é a dor do parto. A funcionária pública Liana Paiva pariu duas vezes e afirma que não. “Não existe dor capaz de se comparar a de perder um filho, principalmente quando este filho é tirado de você de maneira violenta”. Liana teve seu filho Rafael Patriota assassinado em dezembro de 2011. (veja detalhes no final desta matéria).
Como Liana, um grupo formado por pelo menos 56 mulheres, todas morando em João Pessoa, faz coro com essa dor. Para suportar o constante pesar de perder um filho de maneira trágica, elas se reuniram e formaram um grupo, o Mães na Dor, que mesmo não sendo uma entidade jurídica, tem objetivos bem definidos. Entre eles, compartilhar experiências, se apoiarem mutuamente e trocarem informações sobre o andamento das investigações e processos da morte de seus filhos.
A ideia de formar o grupo partiu de Hiperneste Carneiro, que teve sua filha – em início de gravidez – assassinada em abril de 2010. Hiper, como é chamada pelos amigos, percebeu que sozinha não conseguiria suportar o fardo que deveria carregar pelo resto da vida. Por isso, reuniu mães que moram na capital paraibana e que passam pelo mesmo drama.
Inicialmente, o objetivo do Mães na Dor era apenas pedir que justiça foi feita e que os culpados por causarem tanto estrago em suas vidas fossem punidos. O grupo passou a organizar manifestações públicas pedindo a localização dos autores dos crimes, a prisão e a aceleração dos casos que ainda não foram julgados.
Em pouco tempo, a agonia estampada no rosto de cada uma dessas mulheres falou mais alto do que qualquer grito que suas gargantas pudessem produzir. E elas começaram a ser ouvidas, inclusive fora da Paraíba. Elas já foram chamadas para engrossar o coro daqueles que clamam por Justiça em outros estados, como a família da advogada Mércia Mikie Nakazhima, 28 anos, afogada dentro de seu próprio carro, na represa de Nazaré Paulista, em São Paulo, no dia 23 de maio de 2010. O autor do homicídio foi seu ex-namorado e ex-sócio, Mizael Bispo de Souza, 43, julgado e condenado a 20 anos de prisão.

Dia das Mães
Ana Ramalho perdeu o filho, o cunhado e o pai no mesmo ‘acidente’ criminoso. Ela tenta explicar a dor que sente da seguinte maneira: quando se tem uma dor lancinante como perder um filho, qualquer outra perda fica em segundo plano.
As mulheres do Mães na Dor dizem que a agonia é constante, sempre presente em suas vidas. Mas, algumas datas especiais têm o poder de abrir a ferida e fazê-la sangrar ainda mais. O Dia das Mães é uma delas. Para essas mães eternamente enlutadas, o único programa possível é a ida ao cemitério. É lá que passam parte deste dia dedicado à celebração da maternidade.
Familia RamalhoFoto: Familia Ramalho
Créditos: Reprodução/Internet
 Iguais na busca por Justiça
Diferentes em escolaridades, classe social, estado civil e reação diante da violência que lhes tirou um filho, o que essas mulheres têm em comum é a necessidade de que os assassinos sejam condenados e cumpram suas penas.Todas querem Justiça. Mesmo esse conceito mudando de acordo com cada mãe, em geral, elas querem o julgamento e a prisão dos culpados. Entretanto, a condescendência das leis – invariavelmente, pró-réu – frustra a busca dessas mães.
Ana Gláucia Barbosa Belmont, mãe de Everton Belmont, 27, assassinado em março de 2010, não acredita mais na Justiça. Ela viu o assassino de seu filho confessar o crime e ficar em liberdade durante os mais de dois anos que separaram o homicídio do julgamento. O réu foi condenado, mas continua em liberdade por que seu advogado recorreu do veredicto e ele tem direito de aguardar o resultado do recurso fora das grades. “O que eu mais queria, agora, era que ele fosse para a cadeia, mas é uma pena que não vou ver isso acontecer”, indigna-se.
O que mais machuca Gláucia é saber que o assassino de seu filho não só está em liberdade como tem uma vida boa. “As pessoas tiram fotos e me mostram que está levando uma vida boa, namorando, passeando na praia”, diz, completando que está muito decepcionada com a Justiça e teoriza: “É por isso que a violência está tomando a proporção que estamos vendo todos os dias, porque não há punição e a morosidade é grande”.
Lenyze Guimarães, mãe de Daniel Guimarães, 24, morto em dezembro de 2011, não se conforma que o assassino de seu filho receba a pena de alguns anos de prisão, cumpra um sexto da pena e volte a ter uma vida normal, enquanto seu filho nunca mais estará com ela. Submetida à visão de seu filho morto, estendido por horas no asfalto enquanto os peritos realizavam seu trabalho, Lenyze não consegue ter nenhum pensamento de resignação em relação ao assunto. Para ela, Justiça seria o algoz de Daniel sofrer o mesmo fim. 
Hiperneste não consegue ter uma boa noite de sono há três anos, desde que sua filha, Aryane Thais – grávida de poucos meses – foi assassinada. O fato de o acusado estar solto aumenta sua angústia e a deixa desiludida em relação ao Sistema Judiciário. Como o acusado do crime aguarda julgamento em liberdade, mesmo que seja condenado, deverá recorrer e, nesse caso, também sairá solto do Tribunal, pela mesma porta que a família da vítima.
Liana Paiva acredita na Justiça, mesmo reconhecendo que é muito morosa, fato que acaba prolongado o sofrimento das famílias das vítimas. “A condenação do culpado não diminuirá minha dor, mas encerrará um ciclo”, diz.
ProtestoFoto: Protesto em São Paulo
Créditos: Reprodução/Internet
 ONG
O trabalho do Mães na Dor ganhou proporções que nem mesmo suas fundadoras esperavam. Antes, quando sabiam de uma mãe que estava passando pelo mesmo drama, elas iam ao seu encontro e ofereciam o amparo do grupo. “Quando eu estava no chão, sem saber como iria me levantar, vieram essas mulheres e me acolheram de maneira tão carinhosa e me fizeram perceber que eu não precisava passar por nada disso sozinha”, diz Liana Paiva, que hoje é uma das mais atuantes do grupo.
O que elas querem agora é se organizarem juridicamente e transformar o grupo numa organização não-governamental (ONG). A ideia é oferecer serviços jurídicos e psicológicos às mães que não podem pagar por eles. Para tanto, já conta com o apoio de voluntários e outras pessoas impressionadas com a capacidade de superação diária e mobilização dessas mães.

Elisângela, mãe de Fernanda Ellen
O Mães na Dor é um grupo em que ninguém comemora a chegada de uma nova mãe em seu quadro. Mesmo assim, o número de mulheres que fazem parte do movimento está aumentando constantemente. Uma nova participante é Elisângela Miranda, mãe da estudante Fernanda Ellen, 11 anos, assassinada por estrangulamento pelo vizinho.
Quando Fernanda ainda era classificada como ‘desaparecida’, o pai da estudante, Fábio Júnior, vendo a angústia e o sofrimento da esposa, procurou o grupo e pediu que apoiasse Elisângela. E isso foi feito. Desde então, o grupo esteve presente sempre que surgia alguma novidade sobre o caso. 
O apoio do Mães na Dor tem sido fundamental não apenas para Elisângela, mas também para seu marido, Fábio, que sabem que não suportariam passar por tudo isso sem a solidariedade de quem experimenta a mesma dor.
ElisângelaFoto: Elisângela
Créditos: Reprodução/Internet
 Audiência pública
Em março deste ano foi realizada uma audiência pública na Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP) para discutir casos de violência ainda não solucionados em João Pessoa. O evento foi proposto pela vereadora Eliza Virgínia (PSDB), que fez questão da presença do grupo Mães na Dor.Hipernestre Carneiro aproveitou o momento para solicitar apoio do poder público à sua causa. Ela também falou sobre as reivindicações, as mobilizações e as campanhas pelo fim da impunidade que o Grupo encabeça em João Pessoa, ressoando os movimentos nacionais que têm a mesma finalidade. “O sonho da minha vida foi amputado; faz três anos que eu convivo com essa dor. Mas eu troquei o meu luto pela luta”, resumiu.
O juiz Fabiano Moura de Moura, da Vara da Infância e Juventude do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJ-PB), apoia a criação de uma ONG a partir do Mães na Dor e já garantiu que intercederá junto ao Tribunal de Justiça no sentido de assessorar o grupo. O juiz elogia o trabalho dessas mulheres e diz que é necessário o cuidado por parte do poder público com as pessoas que estão passando por esse processo de sofrimento ocasionado pela perda de um ente querido.
Ele disse, ainda, que quando olha para essas mães não sente pena, mas, sim, vergonha pelo fato de a Justiça sofrer com a falta de estrutura para solucionar os casos. “Quando se fala em melhoramentos, em orçamento para uma estrutura dotada para atender as pessoas, acha-se que o Judiciário tem demais, quando, na verdade, tem de menos: faltam juízes, servidores, estrutura, mas os processos a cada ano só vão aumentando”, desabafou.
Audiência públicaFoto: Audiência pública
Créditos: Reprodução/Internet
 A busca solitária de uma mãe

A auxiliar de serviços Francisca Luzia Pereira dos Santos é uma pessoa simples, mas muito intensa em suas emoções e determinada em suas convicções. Seu filho, James Pereira dos Santos,19 anos, era seu maior orgulho. Apesar de pobres, mãe e filho tinham uma relação boa e James era um “menino bom, que nunca se envolveu com nada de errado”.

Em 15 de junho de 2008, uma noite de domingo, James saiu de casa para deixar um amigo na parada de ônibus. E não voltou mais. Três dias depois, Francisca já havia percorrido todos os hospitais e até delegacias da Capital em busca de informações sobre o desaparecimento de seu filho. Sem sucesso.

Foi quando um amigo sugeriu que ela fosse ao necrotério. Francisca refutou a sugestão, mas, diante da falta de notícias de James, resolveu ir até a Gerência Executiva de Medicina e Odontologia Legal (Gemol). Chegando lá, pediu para ver o corpo de um rapaz, ainda sem identificação, que estava em uma das gavetas. A pessoa que atendeu Francisca quis saber se ela estava desacompanhada e ela respondeu: “E eu lá sabia que para ver um corpo precisava de companhia. Se não quiser mostrar, nem precisa, que a essas alturas meu James já deve é estar em casa”. O atendente deu de ombros e levou-a até o local onde os corpos não reclamados pelas famílias ficam refrigerados.

O atendente abriu um palmo da terceira gaveta. Foi suficiente. Mesmo com o rosto virado, James usava inconfundíveis costeletas e, naquele momento, Francisca descobriu que sua vida jamais seria a mesma.

Ela pediu ao atendente para abrir a gaveta inteira, pois queria verificar cada parte do corpo do filho. “Quero saber o que fizeram com meu menino”, disse à época. Em seguida, pediu para que ninguém tocasse em seu corpo até que ela voltasse com roupas para vesti-lo do jeito que ele gostava.

Depois de enterrar o filho, Francisca foi em busca de respostas. Queria saber o que havia acontecido e quem havia assassinado James de maneira tão cruel. Nas proximidades onde o corpo foi encontrado, ninguém ouviu ou viu nada que pudesse ajudar. A Polícia também não tinha nenhuma pista. A polícia desistiu do caso.

Francisca não desistiu. Ela precisava fazer aquele último sacrifício pelo seu filho. De tanto ir sempre ao mesmo local e conversar com as mesmas pessoas em busca de informações, acabou encontrando uma testemunha que havia presenciado o ocorrido e, comovida com a busca solitária dessa mãe, resolveu falar.

Assustada, a testemunha narrou a história para Francisca, mas disse que não iria testemunhar, por que temia por sua própria vida. “Eles são traficantes, mandam aqui na comunidade, fizerem isso com seu filho que não tinha nada a ver com eles, imagina o que fariam comigo”, teria argumentado a testemunha.

Com a insistência que só uma mãe a procura de respostas é capaz, Francisca conseguiu gravar o depoimento da testemunha, que se comprometeu contar o que sabia à polícia.

O que a testemunha contou fez Francisca chegar à uma terrível constatação: James morreu pelo simples fato de ser bonito e não passar despercebido pelas mulheres.

Na noite em que saiu de casa para levar o amigo na parada de ônibus, tanto na ida quanto na volta, James passou em frente a um boteco, numa comunidade próxima ao Valentina Figueiredo, onde alguns homens e uma mulher estavam bebendo. Ele sequer percebeu a presença deles e seguiu seu caminho.

Antes de chegar em casa, foi interceptado pelos dois homens, que, sem palavras, desferiram em seu rosto um golpe de paralelepípedo. James caiu, implorou por sua vida, tentou entender por que estava sendo atacado, mas em resposta recebeu novos golpes de pedras e paus. Foi deixado agonizando no local. Sem socorro, morreu horas depois.

O motivo do crime, segundo a testemunha, é que a mulher que estava no bar era companheira de um dos homens – identificado como Luís Paulo da Silva Melo, traficante, homicida, temido na comunidade e que, não raro, espancava a mulher. Quando James passou pelo bar, na ida e na volta, a mulher teria reparado nele, causando ciúmes em seu companheiro, que teria indagado por que ela estava olhando para o ‘boy’. E ela teria respondido ‘o boy é que olhou pra mim’. Isso foi suficiente para que Luís Paulo e seu cúmplice, Suelder Soares do Vale (conhecido como Pantera) matassem o rapaz.

Mesmo de posse da gravação, Francisca teve dificuldade em fazer a polícia recomeçar a investigação. Foi então que, durante um evento da Secretaria de Segurança e Defesa Social, conseguiu falar pessoalmente com o então titular da pasta, Gustavo Ferraz Gominho, e pediu para que as investigações sobre a morte de seu filho tivessem prosseguimento. Gominho se comprometeu em oferecer os recursos que fossem necessários para a elucidação do homicídio, até então de autoria desconhecida. Em menos de 30 dias, os acusados foram identificados e presos.

FILHOS VÍTIMAS DA VIOLÊNCIA

Aryane ThaisFoto: Aryane Thais
Créditos: Reprodução/Internet
Aryane Thaís Carneiro de Azevedo – estudante, 21 anos, estava grávida, foi estrangulada e o seu corpo jogado em um matagal, às margens da BR-230, em João Pessoa, no dia 15 de abril de 2010. O acusado do crime é o pai do bebê que Aryane esperava, o estudante de Direito Luiz Paes de Araújo Neto, cuja paternidade foi confirmada por exame de DNA. O motivo do crime seria a revelação do teste positivo de gravidez, uma vez que o acusado tinha um relacionamento com outra pessoa. O corpo da jovem foi identificado por que ela estava com o exame de gravidez no bolso da calça.
Em 17 de maio de 2011, o juiz Marcos William anunciou que Luiz Paes Neto será levado a júri popular, mas, após três do crime, o julgamento ainda não foi marcado. Ele recorreu da decisão, por meio de dois agravos junto ao Superior Tribunal de Justiça, ambos negados por unanimidade pelos ministros. O acusado responde em liberdade. Rafael de Paiva Freitas Patriota – professor de Geografia, 27 anos, e Daniel Guimarães, corretor de imóveis, 24, foram assassinados no dia 15 de dezembro de 2011, no bairro de Cabo Branco, em João Pessoa. O acusado pelo crime é Victor Souto Rosa, 34 anos. O motivo teria sido uma discussão sem grande importância.
Victor SoutoFoto: Victor Souto
Créditos: Reprodução/Internet
 Em depoimentos, testemunhas informaram que o acusado teria tido um desentendimento com as vítimas em um bar, mas deixou o local antes dos rapazes. Amigos de longa data, eles estavam comemorando um negócio imobiliário que Daniel havia fechado e fazia planos para o dinheiro que receberia.
Quando saíram do bar, localizado em Cabo Branco, eles foram perseguidos por Victor Souto Rosa, numa caminhoneta Frontier, placas MNV-6391, que atropelou intencionalmente os dois rapazes. Daniel morreu na hora e Rafael chegou a ser socorrido, mas morreu quando estava sendo atendido.
O acusado afirma que foi um acidente de trânsito, mas filmagens das câmaras de segurança mostram que o atropelamento foi intencional. Além disso, ele fugiu do local sem prestar socorro e dificilmente seria identificado se a placa da caminhonete não tivesse ficado presa nas ferragens da moto.
Victor Souto Rosa foi denunciado pelo Ministério Público da Paraíba, que pede sua condenação por homicídio doloso. Ele deverá ir a júri e aguarda o julgamento preso. Rosa está detido no 5º Batalhão da Polícia Militar, dividindo cela com o psicólogo Eduardo Paredes, condenado pela morte da defensora pública Fátima Lopes.
Rebeca e sua mãeFoto: Rebeca e sua mãe
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 Rebeca Cristina Alves Simões – estudante, 15 anos, assassinada com um tiro na cabeça depois de ser estuprada, no dia 11 de julho de 2011. O corpo da menina foi abandonado na Praia de Jacarapé, em João Pessoa. Rebeca era evangélica e tinha uma rotina simples. Rebeca saiu de casa, no conjunto Antônio Mariz, no bairro Mangabeira, por volta das 7 horas para ir ao Colégio Militar, onde estudava. Não foi mais vista com vida. Na tarde do mesmo dia, seu o corpo foi encontrado.
Passados dois anos, o que mais dói na família de Rebeca é saber que até agora a Polícia não tem sequer suspeitos do crime. Várias linhas de investigação foram adotadas, mas nenhuma rendeu resultados positivos. A perspectiva de que o autor – ou autores – passem o resto da vida impunes tira o sono da mãe da menina, potencializando sua dor.

João Paulo, condenadoFoto: João Paulo, condenado
Créditos: Reprodução/Internet
 Francisco de Assis Guerra Ramalho – empresário, 49 anos; Matheus Cavalcanti Ramalho – estudante, 16 anos; Antônio de Pádua Guerra Ramalho – 53 anos, foram assassinados por um motorista embriagado, em 6 de maio de 2007.
O estudante João Paulo Guedes Meira, então com 22 anos, dirigia em alta velocidade pela Avenida Epitácio Pessoa, na Capital. Câmaras de segurança mostraram que ele não respeitava os sinais vermelhos. Sob o efeito de álcool, quando avançou o terceiro sinal, no cruzamento da Epitácio Pessoa com a Rua Professor José Leite, seu veículo, um Golf, colidiu com o Pálio em que as vítimas estavam, matando três pessoas da mesma família.
João Paulo ficou foragido desde o crime, se entregou em dezembro de 2011 e ficou preso até o julgamento, que durou 16 horas, ocorrido no dia 30 de novembro de 2012. Ele foi condenado a 32 anos de prisão, sendo obrigado a cumprir pelo menos 15 antes de pedir progressão da pena para o regime semi-aberto.
EltonFoto: Elton
Créditos: Reprodução/Internet
Elton de Oliveira Nascimento – estudante de Administração, 22 anos, foi assassinado no dia 2 de outubro de 2010, na comunidade Bola na Rede, no Bairro dos Novais, em João Pessoa. O caso tem muitas contradições, mas a polícia conseguiu apurar que o rapaz estava em seu carro, por volta das 18h30, e quando se aproximou da comunidade se deparou com um tiroteio entre gangues rivais. Assustado, o rapaz – que estava acompanhado de um tio – deixou o veículo e correu. Um dos marginais que participavam do tiroteio percebeu a presença de Elton e foi atrás dele, matando-o com oito tiros, na cabeça, tórax e costas.
O tio da vítima, o policial civil aposentado José Carlos de Oliveira, de 48 anos, ficou ferido, mas sobreviveu. Policiais militares realizaram diligências, mas não conseguiram identificar os autores do assassinato. Dois foram presos, mas a conclusão do processo se complica e o caso não fecha. O maior problema é que, por medo, a população não fica calada e, por falta de testemunhas, os assassinos têm a impunidade garantida. A comunidade Bola na Rede é dominada por grupos de traficantes de drogas.
JéssicaFoto: Jéssica
Créditos: Reprodução/Internet
Jéssica Lais da Silva Barbosa - estudante, 18 anos, e seu sobrinho, Luis Gustavo de Melo Barbosa, 4 anos, foram vítimas da irresponsabilidade um motorista alcoolizado, no dia 9 de maio de 2010.
Na proximidade do povoado Chã de Jardim, no município de Areia, o Fiat Palio em que as vítimas estavam foi abalroado por uma ambulância da Prefeitura Municipal de Areia, guiada por Ednado Teixeira de Brito Lira, conhecido por Naldo de Muquên. Numa ultrapassagem indevida, em uma estrada reta, ele acabou colidindo em alta velocidade na traseira do carro onde a Família Barbosa estava, fazendo-o capotar. A criança foi arremessada para fora do carro e Jéssica morreu presa às ferragens.
Além das vítimas, também estavam no carro os pais da jovem e suas duas irmãs, que tinham ido comemorar o Dia das Mães no município de Areia e estavam retornando para João Pessoa. O motorista não prestou socorro e fugiu do local.
Julgado pelo ‘acidente’, Ednado Teixeira de Brito Lira foi condenado a pagar algumas cestas básicas.  Everton Barbosa Belmont - gerente do Banco Real da General Osório, 27 anos, foi assassinado a tiros após uma discussão, no dia 14 de março de 2010, em Jaguaribe, João Pessoa. O rapaz estava bebendo em um bar perto da sua casa, quando o contador Wagner Soares Nóbrega, 40 anos, se aproximou para reclamar sobre a suspensão de um cheque. Teve início uma discussão e Wagner foi até seu carro buscar um revólver e, ao retornar ao bar, efetuou cinco disparos contra Everton. Dois tiros atingiram o tórax e a perna da vítima, que chegou a ser levado para o Hospital da Unimed, mas morreu pouco tempo depois.
Amigos de Everton Belmont conseguiram tomar a arma das mãos do acusado, mas ele conseguiu fugir do local em uma camionete L200. Wagner se apresentou à polícia no dia 18 de março de 2010, quatro dias após o crime, e alegou legítima defesa.
Durante o inquérito, envio do processo ao Ministério Público, e pronúncia do juiz que determinou o julgamento do acusado por júri popular, ele ficou em liberdade. O julgamento aconteceu no dia 24 de agosto de 2012 e, após 12 horas, ele foi condenado a 17 anos e seis meses de prisão, por homicídio doloso, quando há intenção de matar. Como seu advogado recorreu, ele continua em liberdade aguardando o julgamento do recurso.
James Pereira dos Santos – estudante, 19 anos, morto a pauladas e pedradas, em 15 de junho de 2008, no Valentina Figueiredo, em João Pessoa. Os autores do crime, Luís Paulo da Silva Melo e Suelder Soares do Vale (Pantera), ambos de 21 anos, foram presos quase um ano depois do crime. Ambos são traficantes e Luiz Paulo foi apontado como autor de outros homicídios na cidade de Santa Rita. Eles foram condenados e cumprem pena em um presídio da Capital.
Fernanda Ellen Cabral de Oliveira – estudante, 11 anos, desapareceu no dia 7 de janeiro de 2013, quando voltava da escola, a poucos metros de casa. Três meses e um dia após o desaparecimento, a polícia descobriu que a menina havia sido assassinada pelo seu vizinho, Jefferson Luís de Oliveira Soares, 25 anos. Ele disse que queria roubar o celular da menina e, depois de atraí-la para dentro de sua casa, acabou estrangulando-a e enterrando seu corpo no quintal de casa, onde ficou durante os três meses em que durou a investigação. Jefferson está preso, aguardando julgamento e diz temer por sua vida na prisão.

sexta-feira, 10 de maio de 2013


Lojas do centro, shoppings e restaurantes têm horários estendidos para o Dia das Mães

Até esta sexta-feira, o aumento nas vendas superou a meta de 10% estipulada pelo comércio

Comércio da Capital ampliou horário
Às vésperas de sua segunda melhor data, o comércio está a todo vapor e a Câmara de Dirigentes Lojistas de João Pessoa (CDL) já comemora um crescimento de 10% nas vendas. Algumas lojas do centro da Capital e os shoppings apostam num aquecimento ainda maior nas próximas horas e funcionarão em horários estendidos para facilitar a vida do consumidor. Os restaurantes também se prepararam com programações especiais para atrair clientes neste domingo (12).
Para presentear, o consumidor não dispensa a pesquisa de preço.Com relação a flores, por exemplo, ele pode encontrar variações de até 300% no preço do ramalhete com flores do campo, segundo o levantamento do Procon de João Pessoa (Procon-JP). Uma opção mais em conta é a Feira de Flores que acontece até este sábado (11), na Empresa Paraibana de Abastecimento e Serviços Agrícolas (Empasa). No local, os consumidores podem encontrar flores do campo, temperadas, rosas (diversas cores), bastão do imperador, maracás, ptribuna da verdade na radio sanhauaanamás, bihai, folhagens (avenca e avencão), orquídeas, cactos, gérberas, rostratas, entre outras.
Outra opção de presente são as tradicionais cestas de café da manhã que variam entre R$ 60 a R$ 200. Os preços dependem também do item inserido na cesta, como xícara, porta retrato etc. Para mães modernas, os preços dos smartphones estão variando em até 37% em lojas do Centro de João Pessoa.
A CDL-JP orienta o lojista a explicar o cliente sobre as condições de troca dos itens. “Essa é uma época em que se compram presentes ao invés de produtos para si mesmo, então as trocas são recorrentes. É interessante que o lojista diga ao comprador o que é necessário para realizar a troca e em que período isso pode ser feito, todos os detalhes”, afirma o presidente da CDL, Eronaldo Maia.
Até sexta-feira, o aumento nas vendas superou a meta de 10% estipulada pelo comércio. De acordo com o presidente da CDL, Eronaldo Maia, o mês de maio é muito próspero para o varejo. “O aquecimento de vendas para o Dia das Mães começam em abril de forma sutil, mas é a partir do início de maio que o comércio recebe maior fluxo de consumidores, isso porque a maioria das pessoas deixa para fazer suas compras no último momento”, avalia Eronaldo.
O Shopping Manaíra no domingo (12) abre suas portas às 13h, com direito a música ao vivo, e só fechará às 22h. Já nesta sexta fechará às 23 horas, e neste sábado, à meia noite.
O Shopping Tambiá também terá horários diferenciados, desta sexta até sábado funcionará das 9h até as 21h. No domingo abre a partir das 10h e também terá música ao vivo na praça da alimentação, para animar o almoço especial das mães. Já o Mag Shopping funcionará normalmente das 10h até 22h, mas vai incrementar sua programação com música ao vivo.
Já os restaurantes da orla da Capital e também da Zona Sul farão homenagens às mães que almoçarem no estabelecimento, como por exemplo, elas ao chegarem vão ganhar flores e músicas especiais para o momento. Restaurantes como Sal e Brasa (Bessa), Coelhos (Bancários) e Picanha do Bastos (Torres). 

quinta-feira, 9 de maio de 2013


Prefeitura de Campina Grande divulga programação dos 30 dias do Maior São do Mundo; confira

Nomes como Santanna, Dorgival Dantas, Elba Ramalho, Zé Ramalho, Fagner, Falamansa e Padre Fábio de Melo estão na programação.
Eventos | Em 09/05/13 às 12h08, atualizado em 09/05/13 às 12h23 | Por Naira Di Lorenzo e Alisson Correia
São João começa no dia 7 de junhoSão João começa no dia 7 de junho

São João começa no dia 7 de junho

O prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSDB), anunciou na manhã desta quinta-feira (9), a programação do Maior São João do Mundo. A solenidade ocorreu na Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (FIEP), na Rainha da Borborema.
Este ano, o São João da cidade começa no dia 7 de junho e segue até o dia 7 de julho. Mais de 100 atrações estão confirmadas para animar os 30 dias do Maior São João do Mundo.
Nomes como Santanna, Dorgival Dantas, Elba Ramalho, Zé Ramalho, Fagner, Falamansa, Padre Fábio de Melo, Gilberto Gil, Monobloco, Aviões do Forró, Garota Safada, Alcymar Monteiro, Calypso, Jorge de Altinho, Santana, Os Três do Nordeste, Capilé, Flavio José e Geraldo Azevedo estão na programação.
Confira:
Junho
7 (sexta-feira) – Flávio José; Dorgival Dantas; Capilé; Jairo Madruga
8 (sábado) – Arraiá do Monobloco; Forró Fest
9 (domingo) - Aviões do Forró; Forró dos Plays; deixe de brincadeira; Forró Zueira
10 (segunda) – Reservado para Diocese; Banda Brasa Viva
11 (terça) – Cabruêra; Beto Brito; Forró Sacaneado. Palco 2: Noite do Humor
12 (quarta) – Nando Cordel; As Coleguinhas; Inaldete Amorim; Rita de Cássia
13 (quinta) – Magnifícos; Ramon Schnayder; Luan Forró Estilizado
14 (sexta) – Assisão; Forró da Curtição; Banda Encantu’s; Abdias do Acordeon
15 (sábado) – Festa da Correio FM
16 (domingo) – Falamansa, Cavaleiros do Forró, Adriano José, Netinho Lins
17 (segunda) – Padre Fábio de Melo
18 (terça) – Forró da Pegação; Paulinha e Marlus; Saia Justa. Palco 2: Noite do Humor; Forró Rimado com Amazan
19 (quarta) – Arreio de Ouro, Toca do Vale, Flávio Leandro
20 (quinta) – Brasas do Forró; Solteirões do Forró; Forró da Resenha
21 (sexta) – Vicente Nery; Forrozão Karkará; Jorge de Altinho; Yegor Gomes
22 (sábado) – Gilberto Gil; Forró na Farra; Pinto do Acordeon; Edmar Miguel; Antônio Barros e Cecéu
23 (domingo) – Elba Ramalho; Menina do Céu; Luizinho Calixto; Renata Arruda; Ton Oliveira
24 (segunda) – Fagner; Eliane; Valdo e Joverlayne; Zé Calixto
25 (terça) – Noite do Humor
26 (quarta) – Bonde do Brasil; Banda Afrodite; Poeta Francinaldo;
27 (quinta) – Zé Ramalho; Gatinha Manhosa; Vinícius e Sobral
28 (sexta) – Louro Santos e Vcitor Santos; Waldonys; Alcymar Monteiro; Forró Atrevido
29 (sábado) – Santana; Sirano e Sirino; Amazan; Tony Dumont; Forró na Manha
30 (domingo) – Geraldinho Lins; Samira Show; Niedson Lua; Fábio Carneirinho
Julho
01 (segunda) – Reservado para Diocese; Banda DDD
02 (terça) – Desejo de Menina; Breno e Zeu; Forró da Elite. Palco 2: Noite do Humor
03 (quarta) – Banda Calypso; Furacão do Forró; Banda Palov; João Oliveira
04 (quinta) – Forró do Bom; Assum Preto; Forró Estourado; Jeito Nordestino
05 (sexta) – Saia Rodada; Forró do Movimento; Targino Gondim; Sandra Belê
06 (sábado) – Forró do Muído; Aldemário Coelho; Forró Bakana; Sussa de Monteiro
07 (domingo) – Encerramento: Garota Safada; Genival Lacreda; Os 3 do Nordeste; Raniere Gomes


Ideme aponta aumento de 0,82% no custo de vida em João Pessoa

Feijoada, batata inglesa, armação de óculos e frango assado contribuíram com o aumento.
Alimentos e acessórios elevam custo de vida na Capital
Alimentos e acessórios elevam custo de vida na Capital

O Instituto de Desenvolvimento Municipal e Estadual (Ideme) divulgou os resultados da pesquisa do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da cidade de João Pessoa referente ao mês de abril. O estudo revelou um acréscimo mensal de 0,82% no custo de vida, um acumulado de 11,51% nos últimos 12 meses e de 5,44% no ano. O grupo que apresentou a maior variação positiva nos preços médios dos produtos na capital foi o da alimentação, com 4,17%.
De acordo com o Ideme, a elevação de preços no grupo alimentício ocorreu nos seguintes itens: frutas (10,74%), pescados (8,02%), tubérculos e raízes (4,71%), sal e condimentos (2,63%), cereais (2,19%), alimentação fora do domicílio (1,70%), leite e derivados (1,53%) e aves e ovos (0,30%). Além da alimentação, os grupos Artigos de Residência, Habitação e Saúde também apresentaram aumento no mês de abril em João Pessoa, com índices de 0,69%, 0,48% e 0,33%, respectivamente. Já os grupos que apresentaram as maiores quedas nos preços médios foram: vestuário (3,66%) e serviços pessoais (0,76%).
Levando-se em consideração apenas os reajustes individuais, os produtos relacionados pelo Instituto, cujos preços mais contribuíram para o aumento do IPC do mês de abril na capital foram: feijoada (35,14%), batata inglesa (30,54%), armação de óculos (21,08%), frango assado (18,48%), cueca (16,88%), beterraba (16,14%), alface (15,45%), pimenta do reino (14,94%), móveis de sala de estar (14,53%), cebola (12,52%), cenoura (12,37%), banana (12,13%), queijo de coalho (11,99%), roupa íntima feminina (11,89%), lente (11,28%), gasolina (10,85%), maçã (10,19%), uva branca (10,17%), presunto (9,44%), camarão salgado (9,12%), peixe fresco (8,89%), tapetes (8,56%), sapato de criança (8,44%).
Para conferir os detalhes da pesquisa do Ideme sobre o IPC de João Pessoa, e os resultados mensais sobre a cesta básica e outros trabalhos desenvolvidos pelo Instituto, basta acessar o endereço eletrônico: www.ideme.pb.gov.br.
Vinculado à Secretaria de Estado do Planejamento e Gestão da Paraíba (Seplag), o Instituto tem a missão de contribuir para a construção e a implementação de políticas públicas, via produção de estudos, pesquisas e projetos de natureza global e/ou setorial nas áreas socioeconômicas, focando o desenvolvimento sustentável na Paraíba e seus municípios.

Presos cavam buraco em parede de cela e fogem de delegacia na Paraíba

A Polícia Civil não informou o tipo de material utilizando para cavar o buraco


Buraco feito na parede da celaBuraco feito na parede da cela

Policiais militares e agentes da Polícia Civil do Vale do Piancó paraibano estão mobilizados para capturar dois homens que fugiram na madrugada desta quinta-feira (9), da Delegacia da Polícia Civil de Itaporanga, após cavarem um buraco na cela.
Segundo informações da delegacia local, três homens foram detidos nesta quarta (8), após uma confusão durante uma partida de futebol na cidade. A Polícia Civil informou que eles seriam ouvidos nessa quinta (9) e, possivelmente, liberados.
“Eles brigaram durante o jogo; então, os policiais militares detiveram os três e os trouxeram pra delegacia. Como eles começaram a discutir na cela, o trio foi separado. Dois ficaram em uma cela e o outro ficou sozinho”, disse o escrivão Francisco Silva.
Durante a madrugada desta quinta (9), aproveitando a fragilidade estrutural da delegacia, Edcarlos Izidro da Silva, 20, e Gilson da Silva Lima, 25 anos, cavaram um buraco na parede e fugiram sem chamar atenção dos agentes. Já Adriano Teixeira prestou depoimento e foi liberado.
A Polícia Civil não informou o tipo de material utilizando para cavar o buraco.

Homem é morto após 'arrastar' jovem pelas ruas da Capital e trocar tiros com a PM

Ele ainda foi socorrido para o Hospital de EmergênImagem ilustrativa - Traumacia e Trauma, mas já chegou sem vida
Polícia | Em 08/05/13 às 23h19, atualizado em 09/05/13 às 13h25 | Por RedaçãoImagem ilustrativa - Trauma

Um homem foi morto após arrastar uma jovem pelas ruas do Centro de João Pessoa e trocar tiros com a Polícia Militar. O fato aconteceu por volta das 19h desta quarta-feira (8). Ele ainda chegou a ser socorrido para o Hospital de Emergência e Trauma, mas já chegou sem vida.
De acordo com informações do repórter Ainoã Geminiano, da TV Correio, tudo começou na Lagoa do Parque Solon de Lucena. No local, o acusado - até o momento sem identificação - pegou uma adolescente - aparentando ter 17 anos - contra sua vontade e saiu arrastando a garota pelas ruas centrais da Capital.
Os moradores viram a cena e acionaram a Polícia Militar através do Ciop (Centro Integrado de Operações Especiais). Uma guarnição do Pelotão do Choque foi designada ao local e se deparou com a jovem sendo levada a força na entrada para o bairro do Roger.
Quando o acusado avistou os policiais, houve troca de tiros. O homem foi atingido com um disparo nas costas e socorrido, pela própria guarnição, para o Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, onde já chegou morto.
O acusado da agressão estava sem documentos e tinha uma tatuagem na mão esquerda com o símbolo da facção criminosa 'Al Qaeda'. O corpo dele permanecerá ignorado no hospital e deve seguir para a Gerência de Medicina e Odontologia Legal nesta quinta-feira (9). A garota fugiu sem deixar pistas.

Moto roubada em João Pessoa é colocada à venda em loja no Agreste paraibano

O proprietário da loja disse que comprou a motocicleta de um homem conhecido como Amauri Pereira e não sabia que a moto era roubada
Divulgação PM
Moto roubada na CapitalMoto roubada na Capital

Policiais militares do 10º BPM recuperaram uma motocicleta que foi roubada em João Pessoa. O veículo foi apreendido nesta quarta-feira (8) quando estava à venda em uma loja no centro da cidade de Remígio, no Agreste paraibano.
Segundo informações do destacamento da PM, uma policial à paisana estava passando pela revendedora de motos, quando reconheceu a motocicleta Honda Bros.
"Já estávamos em alerta sobre a possibilidade da moto ter sido trazida para  Remígio. As guarnições estavam constantemente fazendo rondas para localizar a moto. A policial desconfiou da moto devido a semelhança dela com as características do veículo roubado em João Pessoa", disse um policial.
A policial acionou as guarnições e quando viaturas chegaram no estabelecimento comercial, os policiais militares constataram que a moto era roubada.
O proprietário da loja disse que comprou a motocicleta de um homem conhecido como Amauri Pereira e não sabia que a moto era roubada. O comerciante foi encaminhado para a delegacia da cidade. O delegado Lamartine Lacerda vai investigar o caso. 

quarta-feira, 8 de maio de 2013



Ministro da Justiça lança programas de combate a violência na 4ª; PB receberá R$ 100 milhões

O objetivo é reduzir crimes letais contra a vida na cidade de João Pessoa (eleita pela ONG mexicana 'Segurança, Justiça e Paz', como a 10ª cidade mais violenta do mundo), e nos demais municípios do Estado
Divulgação
Ministro vem à Paraíba lançar programas de combate a violência
O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, lançará na próxima quarta-feira (8) dois programas de combate a violência na Paraíba. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (6) pelo governador Ricardo Coutinho (PSB), que explicou que os recursos serão na ordem de R$ 100 milhões.
O evento ocorrerá às 16h da próxima quarta, no Palácio da Redenção, em João Pessoa. O objetivo é reduzir crimes letais contra a vida na cidade de João Pessoa (eleita pela ONG mexicana 'Segurança, Justiça e Paz', como a 10ª cidade mais violenta do mundo), e nos demais municípios do Estado.
Os programas 'Brasil Mais Seguro' e 'Crack, é Possível Vencer' têm como foco a recuperação de delegacias, fortalecer o serviço de inteligência das polícias, o enfrentamento às drogas, o combate às organizações criminosas, a melhoria do sistema prisional, a segurança pública para grandes eventos, a criação do Sistema Nacional de Informação em Segurança Pública e a redução da criminalidade violenta.
Brasil Mais Seguro
O programa Brasil Mais Seguro tem por objetivo induzir e promover a atuação qualificada e eficiente dos órgãos de segurança pública e do sistema de justiça criminal, focado na qualificação dos procedimentos investigativos e na maior cooperação e articulação entre as Instituições de Segurança Pública e o Sistema de Justiça Criminal (Poder Judiciário e Ministério Público).
O Brasil Mais Seguro prevê três eixos de atuação: melhoria da investigação das mortes violentas; fortalecimento do policiamento ostensivo e de proximidade (comunitário); e controle de armas.
O programa foi instalado em Alagoas há dez meses e a parceria entre os governos federal e estadual demonstrou que o Estado conseguiu o melhor resultado na redução dos índices da violência no período, cerca 12% no Estado e 23% na capital Maceió.
Crack, é Possível Vencer
As chaves da primeira base móvel de monitoramento do programa Crack, é Possível Vencer, foram entregues ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, em São Paulo, no início do mês passado. As bases – ônibus equipados com câmeras e computadores e que podem ser usados em ações de observação e investigação - serão utilizadas para monitoramento nas cidades que já aderiram ao Programa. Com investimento de R$ 49 milhões, 70 unidades chegarão aos 27 estados.
O programa Crack, é Possível Vencer, é executado em parceria pelos ministérios da Justiça, da Educação da Saúde e do Desenvolvimento Social e os governos estaduais e prefeituras. Desde 2012, programa Crack é Possível Vencer entrega equipamentos de segurança pública para as unidades da federação. Fazem parte desse pacote armas de menor potencial ofensivo, motos, carros, entre outros.
Além das 20 câmeras, que permitem a visualização da venda e do consumo de drogas, os ônibus têm banheiro e funcionam como escritórios bem equipados.