domingo, 12 de maio de 2013


Mães na Dor: mulheres se unem na busca por Justiça de filhos assassinados

Para quem perdeu filhos de forma trágica ou violenta, em algumas datas a dor fica mais difícil de suportar; o Dia das Mães é uma delas
Dizem que a dor mais intensa que uma mulher pode experimentar é a dor do parto. A funcionária pública Liana Paiva pariu duas vezes e afirma que não. “Não existe dor capaz de se comparar a de perder um filho, principalmente quando este filho é tirado de você de maneira violenta”. Liana teve seu filho Rafael Patriota assassinado em dezembro de 2011. (veja detalhes no final desta matéria).
Como Liana, um grupo formado por pelo menos 56 mulheres, todas morando em João Pessoa, faz coro com essa dor. Para suportar o constante pesar de perder um filho de maneira trágica, elas se reuniram e formaram um grupo, o Mães na Dor, que mesmo não sendo uma entidade jurídica, tem objetivos bem definidos. Entre eles, compartilhar experiências, se apoiarem mutuamente e trocarem informações sobre o andamento das investigações e processos da morte de seus filhos.
A ideia de formar o grupo partiu de Hiperneste Carneiro, que teve sua filha – em início de gravidez – assassinada em abril de 2010. Hiper, como é chamada pelos amigos, percebeu que sozinha não conseguiria suportar o fardo que deveria carregar pelo resto da vida. Por isso, reuniu mães que moram na capital paraibana e que passam pelo mesmo drama.
Inicialmente, o objetivo do Mães na Dor era apenas pedir que justiça foi feita e que os culpados por causarem tanto estrago em suas vidas fossem punidos. O grupo passou a organizar manifestações públicas pedindo a localização dos autores dos crimes, a prisão e a aceleração dos casos que ainda não foram julgados.
Em pouco tempo, a agonia estampada no rosto de cada uma dessas mulheres falou mais alto do que qualquer grito que suas gargantas pudessem produzir. E elas começaram a ser ouvidas, inclusive fora da Paraíba. Elas já foram chamadas para engrossar o coro daqueles que clamam por Justiça em outros estados, como a família da advogada Mércia Mikie Nakazhima, 28 anos, afogada dentro de seu próprio carro, na represa de Nazaré Paulista, em São Paulo, no dia 23 de maio de 2010. O autor do homicídio foi seu ex-namorado e ex-sócio, Mizael Bispo de Souza, 43, julgado e condenado a 20 anos de prisão.

Dia das Mães
Ana Ramalho perdeu o filho, o cunhado e o pai no mesmo ‘acidente’ criminoso. Ela tenta explicar a dor que sente da seguinte maneira: quando se tem uma dor lancinante como perder um filho, qualquer outra perda fica em segundo plano.
As mulheres do Mães na Dor dizem que a agonia é constante, sempre presente em suas vidas. Mas, algumas datas especiais têm o poder de abrir a ferida e fazê-la sangrar ainda mais. O Dia das Mães é uma delas. Para essas mães eternamente enlutadas, o único programa possível é a ida ao cemitério. É lá que passam parte deste dia dedicado à celebração da maternidade.
Familia RamalhoFoto: Familia Ramalho
Créditos: Reprodução/Internet
 Iguais na busca por Justiça
Diferentes em escolaridades, classe social, estado civil e reação diante da violência que lhes tirou um filho, o que essas mulheres têm em comum é a necessidade de que os assassinos sejam condenados e cumpram suas penas.Todas querem Justiça. Mesmo esse conceito mudando de acordo com cada mãe, em geral, elas querem o julgamento e a prisão dos culpados. Entretanto, a condescendência das leis – invariavelmente, pró-réu – frustra a busca dessas mães.
Ana Gláucia Barbosa Belmont, mãe de Everton Belmont, 27, assassinado em março de 2010, não acredita mais na Justiça. Ela viu o assassino de seu filho confessar o crime e ficar em liberdade durante os mais de dois anos que separaram o homicídio do julgamento. O réu foi condenado, mas continua em liberdade por que seu advogado recorreu do veredicto e ele tem direito de aguardar o resultado do recurso fora das grades. “O que eu mais queria, agora, era que ele fosse para a cadeia, mas é uma pena que não vou ver isso acontecer”, indigna-se.
O que mais machuca Gláucia é saber que o assassino de seu filho não só está em liberdade como tem uma vida boa. “As pessoas tiram fotos e me mostram que está levando uma vida boa, namorando, passeando na praia”, diz, completando que está muito decepcionada com a Justiça e teoriza: “É por isso que a violência está tomando a proporção que estamos vendo todos os dias, porque não há punição e a morosidade é grande”.
Lenyze Guimarães, mãe de Daniel Guimarães, 24, morto em dezembro de 2011, não se conforma que o assassino de seu filho receba a pena de alguns anos de prisão, cumpra um sexto da pena e volte a ter uma vida normal, enquanto seu filho nunca mais estará com ela. Submetida à visão de seu filho morto, estendido por horas no asfalto enquanto os peritos realizavam seu trabalho, Lenyze não consegue ter nenhum pensamento de resignação em relação ao assunto. Para ela, Justiça seria o algoz de Daniel sofrer o mesmo fim. 
Hiperneste não consegue ter uma boa noite de sono há três anos, desde que sua filha, Aryane Thais – grávida de poucos meses – foi assassinada. O fato de o acusado estar solto aumenta sua angústia e a deixa desiludida em relação ao Sistema Judiciário. Como o acusado do crime aguarda julgamento em liberdade, mesmo que seja condenado, deverá recorrer e, nesse caso, também sairá solto do Tribunal, pela mesma porta que a família da vítima.
Liana Paiva acredita na Justiça, mesmo reconhecendo que é muito morosa, fato que acaba prolongado o sofrimento das famílias das vítimas. “A condenação do culpado não diminuirá minha dor, mas encerrará um ciclo”, diz.
ProtestoFoto: Protesto em São Paulo
Créditos: Reprodução/Internet
 ONG
O trabalho do Mães na Dor ganhou proporções que nem mesmo suas fundadoras esperavam. Antes, quando sabiam de uma mãe que estava passando pelo mesmo drama, elas iam ao seu encontro e ofereciam o amparo do grupo. “Quando eu estava no chão, sem saber como iria me levantar, vieram essas mulheres e me acolheram de maneira tão carinhosa e me fizeram perceber que eu não precisava passar por nada disso sozinha”, diz Liana Paiva, que hoje é uma das mais atuantes do grupo.
O que elas querem agora é se organizarem juridicamente e transformar o grupo numa organização não-governamental (ONG). A ideia é oferecer serviços jurídicos e psicológicos às mães que não podem pagar por eles. Para tanto, já conta com o apoio de voluntários e outras pessoas impressionadas com a capacidade de superação diária e mobilização dessas mães.

Elisângela, mãe de Fernanda Ellen
O Mães na Dor é um grupo em que ninguém comemora a chegada de uma nova mãe em seu quadro. Mesmo assim, o número de mulheres que fazem parte do movimento está aumentando constantemente. Uma nova participante é Elisângela Miranda, mãe da estudante Fernanda Ellen, 11 anos, assassinada por estrangulamento pelo vizinho.
Quando Fernanda ainda era classificada como ‘desaparecida’, o pai da estudante, Fábio Júnior, vendo a angústia e o sofrimento da esposa, procurou o grupo e pediu que apoiasse Elisângela. E isso foi feito. Desde então, o grupo esteve presente sempre que surgia alguma novidade sobre o caso. 
O apoio do Mães na Dor tem sido fundamental não apenas para Elisângela, mas também para seu marido, Fábio, que sabem que não suportariam passar por tudo isso sem a solidariedade de quem experimenta a mesma dor.
ElisângelaFoto: Elisângela
Créditos: Reprodução/Internet
 Audiência pública
Em março deste ano foi realizada uma audiência pública na Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP) para discutir casos de violência ainda não solucionados em João Pessoa. O evento foi proposto pela vereadora Eliza Virgínia (PSDB), que fez questão da presença do grupo Mães na Dor.Hipernestre Carneiro aproveitou o momento para solicitar apoio do poder público à sua causa. Ela também falou sobre as reivindicações, as mobilizações e as campanhas pelo fim da impunidade que o Grupo encabeça em João Pessoa, ressoando os movimentos nacionais que têm a mesma finalidade. “O sonho da minha vida foi amputado; faz três anos que eu convivo com essa dor. Mas eu troquei o meu luto pela luta”, resumiu.
O juiz Fabiano Moura de Moura, da Vara da Infância e Juventude do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJ-PB), apoia a criação de uma ONG a partir do Mães na Dor e já garantiu que intercederá junto ao Tribunal de Justiça no sentido de assessorar o grupo. O juiz elogia o trabalho dessas mulheres e diz que é necessário o cuidado por parte do poder público com as pessoas que estão passando por esse processo de sofrimento ocasionado pela perda de um ente querido.
Ele disse, ainda, que quando olha para essas mães não sente pena, mas, sim, vergonha pelo fato de a Justiça sofrer com a falta de estrutura para solucionar os casos. “Quando se fala em melhoramentos, em orçamento para uma estrutura dotada para atender as pessoas, acha-se que o Judiciário tem demais, quando, na verdade, tem de menos: faltam juízes, servidores, estrutura, mas os processos a cada ano só vão aumentando”, desabafou.
Audiência públicaFoto: Audiência pública
Créditos: Reprodução/Internet
 A busca solitária de uma mãe

A auxiliar de serviços Francisca Luzia Pereira dos Santos é uma pessoa simples, mas muito intensa em suas emoções e determinada em suas convicções. Seu filho, James Pereira dos Santos,19 anos, era seu maior orgulho. Apesar de pobres, mãe e filho tinham uma relação boa e James era um “menino bom, que nunca se envolveu com nada de errado”.

Em 15 de junho de 2008, uma noite de domingo, James saiu de casa para deixar um amigo na parada de ônibus. E não voltou mais. Três dias depois, Francisca já havia percorrido todos os hospitais e até delegacias da Capital em busca de informações sobre o desaparecimento de seu filho. Sem sucesso.

Foi quando um amigo sugeriu que ela fosse ao necrotério. Francisca refutou a sugestão, mas, diante da falta de notícias de James, resolveu ir até a Gerência Executiva de Medicina e Odontologia Legal (Gemol). Chegando lá, pediu para ver o corpo de um rapaz, ainda sem identificação, que estava em uma das gavetas. A pessoa que atendeu Francisca quis saber se ela estava desacompanhada e ela respondeu: “E eu lá sabia que para ver um corpo precisava de companhia. Se não quiser mostrar, nem precisa, que a essas alturas meu James já deve é estar em casa”. O atendente deu de ombros e levou-a até o local onde os corpos não reclamados pelas famílias ficam refrigerados.

O atendente abriu um palmo da terceira gaveta. Foi suficiente. Mesmo com o rosto virado, James usava inconfundíveis costeletas e, naquele momento, Francisca descobriu que sua vida jamais seria a mesma.

Ela pediu ao atendente para abrir a gaveta inteira, pois queria verificar cada parte do corpo do filho. “Quero saber o que fizeram com meu menino”, disse à época. Em seguida, pediu para que ninguém tocasse em seu corpo até que ela voltasse com roupas para vesti-lo do jeito que ele gostava.

Depois de enterrar o filho, Francisca foi em busca de respostas. Queria saber o que havia acontecido e quem havia assassinado James de maneira tão cruel. Nas proximidades onde o corpo foi encontrado, ninguém ouviu ou viu nada que pudesse ajudar. A Polícia também não tinha nenhuma pista. A polícia desistiu do caso.

Francisca não desistiu. Ela precisava fazer aquele último sacrifício pelo seu filho. De tanto ir sempre ao mesmo local e conversar com as mesmas pessoas em busca de informações, acabou encontrando uma testemunha que havia presenciado o ocorrido e, comovida com a busca solitária dessa mãe, resolveu falar.

Assustada, a testemunha narrou a história para Francisca, mas disse que não iria testemunhar, por que temia por sua própria vida. “Eles são traficantes, mandam aqui na comunidade, fizerem isso com seu filho que não tinha nada a ver com eles, imagina o que fariam comigo”, teria argumentado a testemunha.

Com a insistência que só uma mãe a procura de respostas é capaz, Francisca conseguiu gravar o depoimento da testemunha, que se comprometeu contar o que sabia à polícia.

O que a testemunha contou fez Francisca chegar à uma terrível constatação: James morreu pelo simples fato de ser bonito e não passar despercebido pelas mulheres.

Na noite em que saiu de casa para levar o amigo na parada de ônibus, tanto na ida quanto na volta, James passou em frente a um boteco, numa comunidade próxima ao Valentina Figueiredo, onde alguns homens e uma mulher estavam bebendo. Ele sequer percebeu a presença deles e seguiu seu caminho.

Antes de chegar em casa, foi interceptado pelos dois homens, que, sem palavras, desferiram em seu rosto um golpe de paralelepípedo. James caiu, implorou por sua vida, tentou entender por que estava sendo atacado, mas em resposta recebeu novos golpes de pedras e paus. Foi deixado agonizando no local. Sem socorro, morreu horas depois.

O motivo do crime, segundo a testemunha, é que a mulher que estava no bar era companheira de um dos homens – identificado como Luís Paulo da Silva Melo, traficante, homicida, temido na comunidade e que, não raro, espancava a mulher. Quando James passou pelo bar, na ida e na volta, a mulher teria reparado nele, causando ciúmes em seu companheiro, que teria indagado por que ela estava olhando para o ‘boy’. E ela teria respondido ‘o boy é que olhou pra mim’. Isso foi suficiente para que Luís Paulo e seu cúmplice, Suelder Soares do Vale (conhecido como Pantera) matassem o rapaz.

Mesmo de posse da gravação, Francisca teve dificuldade em fazer a polícia recomeçar a investigação. Foi então que, durante um evento da Secretaria de Segurança e Defesa Social, conseguiu falar pessoalmente com o então titular da pasta, Gustavo Ferraz Gominho, e pediu para que as investigações sobre a morte de seu filho tivessem prosseguimento. Gominho se comprometeu em oferecer os recursos que fossem necessários para a elucidação do homicídio, até então de autoria desconhecida. Em menos de 30 dias, os acusados foram identificados e presos.

FILHOS VÍTIMAS DA VIOLÊNCIA

Aryane ThaisFoto: Aryane Thais
Créditos: Reprodução/Internet
Aryane Thaís Carneiro de Azevedo – estudante, 21 anos, estava grávida, foi estrangulada e o seu corpo jogado em um matagal, às margens da BR-230, em João Pessoa, no dia 15 de abril de 2010. O acusado do crime é o pai do bebê que Aryane esperava, o estudante de Direito Luiz Paes de Araújo Neto, cuja paternidade foi confirmada por exame de DNA. O motivo do crime seria a revelação do teste positivo de gravidez, uma vez que o acusado tinha um relacionamento com outra pessoa. O corpo da jovem foi identificado por que ela estava com o exame de gravidez no bolso da calça.
Em 17 de maio de 2011, o juiz Marcos William anunciou que Luiz Paes Neto será levado a júri popular, mas, após três do crime, o julgamento ainda não foi marcado. Ele recorreu da decisão, por meio de dois agravos junto ao Superior Tribunal de Justiça, ambos negados por unanimidade pelos ministros. O acusado responde em liberdade. Rafael de Paiva Freitas Patriota – professor de Geografia, 27 anos, e Daniel Guimarães, corretor de imóveis, 24, foram assassinados no dia 15 de dezembro de 2011, no bairro de Cabo Branco, em João Pessoa. O acusado pelo crime é Victor Souto Rosa, 34 anos. O motivo teria sido uma discussão sem grande importância.
Victor SoutoFoto: Victor Souto
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 Em depoimentos, testemunhas informaram que o acusado teria tido um desentendimento com as vítimas em um bar, mas deixou o local antes dos rapazes. Amigos de longa data, eles estavam comemorando um negócio imobiliário que Daniel havia fechado e fazia planos para o dinheiro que receberia.
Quando saíram do bar, localizado em Cabo Branco, eles foram perseguidos por Victor Souto Rosa, numa caminhoneta Frontier, placas MNV-6391, que atropelou intencionalmente os dois rapazes. Daniel morreu na hora e Rafael chegou a ser socorrido, mas morreu quando estava sendo atendido.
O acusado afirma que foi um acidente de trânsito, mas filmagens das câmaras de segurança mostram que o atropelamento foi intencional. Além disso, ele fugiu do local sem prestar socorro e dificilmente seria identificado se a placa da caminhonete não tivesse ficado presa nas ferragens da moto.
Victor Souto Rosa foi denunciado pelo Ministério Público da Paraíba, que pede sua condenação por homicídio doloso. Ele deverá ir a júri e aguarda o julgamento preso. Rosa está detido no 5º Batalhão da Polícia Militar, dividindo cela com o psicólogo Eduardo Paredes, condenado pela morte da defensora pública Fátima Lopes.
Rebeca e sua mãeFoto: Rebeca e sua mãe
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 Rebeca Cristina Alves Simões – estudante, 15 anos, assassinada com um tiro na cabeça depois de ser estuprada, no dia 11 de julho de 2011. O corpo da menina foi abandonado na Praia de Jacarapé, em João Pessoa. Rebeca era evangélica e tinha uma rotina simples. Rebeca saiu de casa, no conjunto Antônio Mariz, no bairro Mangabeira, por volta das 7 horas para ir ao Colégio Militar, onde estudava. Não foi mais vista com vida. Na tarde do mesmo dia, seu o corpo foi encontrado.
Passados dois anos, o que mais dói na família de Rebeca é saber que até agora a Polícia não tem sequer suspeitos do crime. Várias linhas de investigação foram adotadas, mas nenhuma rendeu resultados positivos. A perspectiva de que o autor – ou autores – passem o resto da vida impunes tira o sono da mãe da menina, potencializando sua dor.

João Paulo, condenadoFoto: João Paulo, condenado
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 Francisco de Assis Guerra Ramalho – empresário, 49 anos; Matheus Cavalcanti Ramalho – estudante, 16 anos; Antônio de Pádua Guerra Ramalho – 53 anos, foram assassinados por um motorista embriagado, em 6 de maio de 2007.
O estudante João Paulo Guedes Meira, então com 22 anos, dirigia em alta velocidade pela Avenida Epitácio Pessoa, na Capital. Câmaras de segurança mostraram que ele não respeitava os sinais vermelhos. Sob o efeito de álcool, quando avançou o terceiro sinal, no cruzamento da Epitácio Pessoa com a Rua Professor José Leite, seu veículo, um Golf, colidiu com o Pálio em que as vítimas estavam, matando três pessoas da mesma família.
João Paulo ficou foragido desde o crime, se entregou em dezembro de 2011 e ficou preso até o julgamento, que durou 16 horas, ocorrido no dia 30 de novembro de 2012. Ele foi condenado a 32 anos de prisão, sendo obrigado a cumprir pelo menos 15 antes de pedir progressão da pena para o regime semi-aberto.
EltonFoto: Elton
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Elton de Oliveira Nascimento – estudante de Administração, 22 anos, foi assassinado no dia 2 de outubro de 2010, na comunidade Bola na Rede, no Bairro dos Novais, em João Pessoa. O caso tem muitas contradições, mas a polícia conseguiu apurar que o rapaz estava em seu carro, por volta das 18h30, e quando se aproximou da comunidade se deparou com um tiroteio entre gangues rivais. Assustado, o rapaz – que estava acompanhado de um tio – deixou o veículo e correu. Um dos marginais que participavam do tiroteio percebeu a presença de Elton e foi atrás dele, matando-o com oito tiros, na cabeça, tórax e costas.
O tio da vítima, o policial civil aposentado José Carlos de Oliveira, de 48 anos, ficou ferido, mas sobreviveu. Policiais militares realizaram diligências, mas não conseguiram identificar os autores do assassinato. Dois foram presos, mas a conclusão do processo se complica e o caso não fecha. O maior problema é que, por medo, a população não fica calada e, por falta de testemunhas, os assassinos têm a impunidade garantida. A comunidade Bola na Rede é dominada por grupos de traficantes de drogas.
JéssicaFoto: Jéssica
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Jéssica Lais da Silva Barbosa - estudante, 18 anos, e seu sobrinho, Luis Gustavo de Melo Barbosa, 4 anos, foram vítimas da irresponsabilidade um motorista alcoolizado, no dia 9 de maio de 2010.
Na proximidade do povoado Chã de Jardim, no município de Areia, o Fiat Palio em que as vítimas estavam foi abalroado por uma ambulância da Prefeitura Municipal de Areia, guiada por Ednado Teixeira de Brito Lira, conhecido por Naldo de Muquên. Numa ultrapassagem indevida, em uma estrada reta, ele acabou colidindo em alta velocidade na traseira do carro onde a Família Barbosa estava, fazendo-o capotar. A criança foi arremessada para fora do carro e Jéssica morreu presa às ferragens.
Além das vítimas, também estavam no carro os pais da jovem e suas duas irmãs, que tinham ido comemorar o Dia das Mães no município de Areia e estavam retornando para João Pessoa. O motorista não prestou socorro e fugiu do local.
Julgado pelo ‘acidente’, Ednado Teixeira de Brito Lira foi condenado a pagar algumas cestas básicas.  Everton Barbosa Belmont - gerente do Banco Real da General Osório, 27 anos, foi assassinado a tiros após uma discussão, no dia 14 de março de 2010, em Jaguaribe, João Pessoa. O rapaz estava bebendo em um bar perto da sua casa, quando o contador Wagner Soares Nóbrega, 40 anos, se aproximou para reclamar sobre a suspensão de um cheque. Teve início uma discussão e Wagner foi até seu carro buscar um revólver e, ao retornar ao bar, efetuou cinco disparos contra Everton. Dois tiros atingiram o tórax e a perna da vítima, que chegou a ser levado para o Hospital da Unimed, mas morreu pouco tempo depois.
Amigos de Everton Belmont conseguiram tomar a arma das mãos do acusado, mas ele conseguiu fugir do local em uma camionete L200. Wagner se apresentou à polícia no dia 18 de março de 2010, quatro dias após o crime, e alegou legítima defesa.
Durante o inquérito, envio do processo ao Ministério Público, e pronúncia do juiz que determinou o julgamento do acusado por júri popular, ele ficou em liberdade. O julgamento aconteceu no dia 24 de agosto de 2012 e, após 12 horas, ele foi condenado a 17 anos e seis meses de prisão, por homicídio doloso, quando há intenção de matar. Como seu advogado recorreu, ele continua em liberdade aguardando o julgamento do recurso.
James Pereira dos Santos – estudante, 19 anos, morto a pauladas e pedradas, em 15 de junho de 2008, no Valentina Figueiredo, em João Pessoa. Os autores do crime, Luís Paulo da Silva Melo e Suelder Soares do Vale (Pantera), ambos de 21 anos, foram presos quase um ano depois do crime. Ambos são traficantes e Luiz Paulo foi apontado como autor de outros homicídios na cidade de Santa Rita. Eles foram condenados e cumprem pena em um presídio da Capital.
Fernanda Ellen Cabral de Oliveira – estudante, 11 anos, desapareceu no dia 7 de janeiro de 2013, quando voltava da escola, a poucos metros de casa. Três meses e um dia após o desaparecimento, a polícia descobriu que a menina havia sido assassinada pelo seu vizinho, Jefferson Luís de Oliveira Soares, 25 anos. Ele disse que queria roubar o celular da menina e, depois de atraí-la para dentro de sua casa, acabou estrangulando-a e enterrando seu corpo no quintal de casa, onde ficou durante os três meses em que durou a investigação. Jefferson está preso, aguardando julgamento e diz temer por sua vida na prisão.

sexta-feira, 10 de maio de 2013


Lojas do centro, shoppings e restaurantes têm horários estendidos para o Dia das Mães

Até esta sexta-feira, o aumento nas vendas superou a meta de 10% estipulada pelo comércio

Comércio da Capital ampliou horário
Às vésperas de sua segunda melhor data, o comércio está a todo vapor e a Câmara de Dirigentes Lojistas de João Pessoa (CDL) já comemora um crescimento de 10% nas vendas. Algumas lojas do centro da Capital e os shoppings apostam num aquecimento ainda maior nas próximas horas e funcionarão em horários estendidos para facilitar a vida do consumidor. Os restaurantes também se prepararam com programações especiais para atrair clientes neste domingo (12).
Para presentear, o consumidor não dispensa a pesquisa de preço.Com relação a flores, por exemplo, ele pode encontrar variações de até 300% no preço do ramalhete com flores do campo, segundo o levantamento do Procon de João Pessoa (Procon-JP). Uma opção mais em conta é a Feira de Flores que acontece até este sábado (11), na Empresa Paraibana de Abastecimento e Serviços Agrícolas (Empasa). No local, os consumidores podem encontrar flores do campo, temperadas, rosas (diversas cores), bastão do imperador, maracás, ptribuna da verdade na radio sanhauaanamás, bihai, folhagens (avenca e avencão), orquídeas, cactos, gérberas, rostratas, entre outras.
Outra opção de presente são as tradicionais cestas de café da manhã que variam entre R$ 60 a R$ 200. Os preços dependem também do item inserido na cesta, como xícara, porta retrato etc. Para mães modernas, os preços dos smartphones estão variando em até 37% em lojas do Centro de João Pessoa.
A CDL-JP orienta o lojista a explicar o cliente sobre as condições de troca dos itens. “Essa é uma época em que se compram presentes ao invés de produtos para si mesmo, então as trocas são recorrentes. É interessante que o lojista diga ao comprador o que é necessário para realizar a troca e em que período isso pode ser feito, todos os detalhes”, afirma o presidente da CDL, Eronaldo Maia.
Até sexta-feira, o aumento nas vendas superou a meta de 10% estipulada pelo comércio. De acordo com o presidente da CDL, Eronaldo Maia, o mês de maio é muito próspero para o varejo. “O aquecimento de vendas para o Dia das Mães começam em abril de forma sutil, mas é a partir do início de maio que o comércio recebe maior fluxo de consumidores, isso porque a maioria das pessoas deixa para fazer suas compras no último momento”, avalia Eronaldo.
O Shopping Manaíra no domingo (12) abre suas portas às 13h, com direito a música ao vivo, e só fechará às 22h. Já nesta sexta fechará às 23 horas, e neste sábado, à meia noite.
O Shopping Tambiá também terá horários diferenciados, desta sexta até sábado funcionará das 9h até as 21h. No domingo abre a partir das 10h e também terá música ao vivo na praça da alimentação, para animar o almoço especial das mães. Já o Mag Shopping funcionará normalmente das 10h até 22h, mas vai incrementar sua programação com música ao vivo.
Já os restaurantes da orla da Capital e também da Zona Sul farão homenagens às mães que almoçarem no estabelecimento, como por exemplo, elas ao chegarem vão ganhar flores e músicas especiais para o momento. Restaurantes como Sal e Brasa (Bessa), Coelhos (Bancários) e Picanha do Bastos (Torres). 

quinta-feira, 9 de maio de 2013


Prefeitura de Campina Grande divulga programação dos 30 dias do Maior São do Mundo; confira

Nomes como Santanna, Dorgival Dantas, Elba Ramalho, Zé Ramalho, Fagner, Falamansa e Padre Fábio de Melo estão na programação.
Eventos | Em 09/05/13 às 12h08, atualizado em 09/05/13 às 12h23 | Por Naira Di Lorenzo e Alisson Correia
São João começa no dia 7 de junhoSão João começa no dia 7 de junho

São João começa no dia 7 de junho

O prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSDB), anunciou na manhã desta quinta-feira (9), a programação do Maior São João do Mundo. A solenidade ocorreu na Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (FIEP), na Rainha da Borborema.
Este ano, o São João da cidade começa no dia 7 de junho e segue até o dia 7 de julho. Mais de 100 atrações estão confirmadas para animar os 30 dias do Maior São João do Mundo.
Nomes como Santanna, Dorgival Dantas, Elba Ramalho, Zé Ramalho, Fagner, Falamansa, Padre Fábio de Melo, Gilberto Gil, Monobloco, Aviões do Forró, Garota Safada, Alcymar Monteiro, Calypso, Jorge de Altinho, Santana, Os Três do Nordeste, Capilé, Flavio José e Geraldo Azevedo estão na programação.
Confira:
Junho
7 (sexta-feira) – Flávio José; Dorgival Dantas; Capilé; Jairo Madruga
8 (sábado) – Arraiá do Monobloco; Forró Fest
9 (domingo) - Aviões do Forró; Forró dos Plays; deixe de brincadeira; Forró Zueira
10 (segunda) – Reservado para Diocese; Banda Brasa Viva
11 (terça) – Cabruêra; Beto Brito; Forró Sacaneado. Palco 2: Noite do Humor
12 (quarta) – Nando Cordel; As Coleguinhas; Inaldete Amorim; Rita de Cássia
13 (quinta) – Magnifícos; Ramon Schnayder; Luan Forró Estilizado
14 (sexta) – Assisão; Forró da Curtição; Banda Encantu’s; Abdias do Acordeon
15 (sábado) – Festa da Correio FM
16 (domingo) – Falamansa, Cavaleiros do Forró, Adriano José, Netinho Lins
17 (segunda) – Padre Fábio de Melo
18 (terça) – Forró da Pegação; Paulinha e Marlus; Saia Justa. Palco 2: Noite do Humor; Forró Rimado com Amazan
19 (quarta) – Arreio de Ouro, Toca do Vale, Flávio Leandro
20 (quinta) – Brasas do Forró; Solteirões do Forró; Forró da Resenha
21 (sexta) – Vicente Nery; Forrozão Karkará; Jorge de Altinho; Yegor Gomes
22 (sábado) – Gilberto Gil; Forró na Farra; Pinto do Acordeon; Edmar Miguel; Antônio Barros e Cecéu
23 (domingo) – Elba Ramalho; Menina do Céu; Luizinho Calixto; Renata Arruda; Ton Oliveira
24 (segunda) – Fagner; Eliane; Valdo e Joverlayne; Zé Calixto
25 (terça) – Noite do Humor
26 (quarta) – Bonde do Brasil; Banda Afrodite; Poeta Francinaldo;
27 (quinta) – Zé Ramalho; Gatinha Manhosa; Vinícius e Sobral
28 (sexta) – Louro Santos e Vcitor Santos; Waldonys; Alcymar Monteiro; Forró Atrevido
29 (sábado) – Santana; Sirano e Sirino; Amazan; Tony Dumont; Forró na Manha
30 (domingo) – Geraldinho Lins; Samira Show; Niedson Lua; Fábio Carneirinho
Julho
01 (segunda) – Reservado para Diocese; Banda DDD
02 (terça) – Desejo de Menina; Breno e Zeu; Forró da Elite. Palco 2: Noite do Humor
03 (quarta) – Banda Calypso; Furacão do Forró; Banda Palov; João Oliveira
04 (quinta) – Forró do Bom; Assum Preto; Forró Estourado; Jeito Nordestino
05 (sexta) – Saia Rodada; Forró do Movimento; Targino Gondim; Sandra Belê
06 (sábado) – Forró do Muído; Aldemário Coelho; Forró Bakana; Sussa de Monteiro
07 (domingo) – Encerramento: Garota Safada; Genival Lacreda; Os 3 do Nordeste; Raniere Gomes


Ideme aponta aumento de 0,82% no custo de vida em João Pessoa

Feijoada, batata inglesa, armação de óculos e frango assado contribuíram com o aumento.
Alimentos e acessórios elevam custo de vida na Capital
Alimentos e acessórios elevam custo de vida na Capital

O Instituto de Desenvolvimento Municipal e Estadual (Ideme) divulgou os resultados da pesquisa do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da cidade de João Pessoa referente ao mês de abril. O estudo revelou um acréscimo mensal de 0,82% no custo de vida, um acumulado de 11,51% nos últimos 12 meses e de 5,44% no ano. O grupo que apresentou a maior variação positiva nos preços médios dos produtos na capital foi o da alimentação, com 4,17%.
De acordo com o Ideme, a elevação de preços no grupo alimentício ocorreu nos seguintes itens: frutas (10,74%), pescados (8,02%), tubérculos e raízes (4,71%), sal e condimentos (2,63%), cereais (2,19%), alimentação fora do domicílio (1,70%), leite e derivados (1,53%) e aves e ovos (0,30%). Além da alimentação, os grupos Artigos de Residência, Habitação e Saúde também apresentaram aumento no mês de abril em João Pessoa, com índices de 0,69%, 0,48% e 0,33%, respectivamente. Já os grupos que apresentaram as maiores quedas nos preços médios foram: vestuário (3,66%) e serviços pessoais (0,76%).
Levando-se em consideração apenas os reajustes individuais, os produtos relacionados pelo Instituto, cujos preços mais contribuíram para o aumento do IPC do mês de abril na capital foram: feijoada (35,14%), batata inglesa (30,54%), armação de óculos (21,08%), frango assado (18,48%), cueca (16,88%), beterraba (16,14%), alface (15,45%), pimenta do reino (14,94%), móveis de sala de estar (14,53%), cebola (12,52%), cenoura (12,37%), banana (12,13%), queijo de coalho (11,99%), roupa íntima feminina (11,89%), lente (11,28%), gasolina (10,85%), maçã (10,19%), uva branca (10,17%), presunto (9,44%), camarão salgado (9,12%), peixe fresco (8,89%), tapetes (8,56%), sapato de criança (8,44%).
Para conferir os detalhes da pesquisa do Ideme sobre o IPC de João Pessoa, e os resultados mensais sobre a cesta básica e outros trabalhos desenvolvidos pelo Instituto, basta acessar o endereço eletrônico: www.ideme.pb.gov.br.
Vinculado à Secretaria de Estado do Planejamento e Gestão da Paraíba (Seplag), o Instituto tem a missão de contribuir para a construção e a implementação de políticas públicas, via produção de estudos, pesquisas e projetos de natureza global e/ou setorial nas áreas socioeconômicas, focando o desenvolvimento sustentável na Paraíba e seus municípios.

Presos cavam buraco em parede de cela e fogem de delegacia na Paraíba

A Polícia Civil não informou o tipo de material utilizando para cavar o buraco


Buraco feito na parede da celaBuraco feito na parede da cela

Policiais militares e agentes da Polícia Civil do Vale do Piancó paraibano estão mobilizados para capturar dois homens que fugiram na madrugada desta quinta-feira (9), da Delegacia da Polícia Civil de Itaporanga, após cavarem um buraco na cela.
Segundo informações da delegacia local, três homens foram detidos nesta quarta (8), após uma confusão durante uma partida de futebol na cidade. A Polícia Civil informou que eles seriam ouvidos nessa quinta (9) e, possivelmente, liberados.
“Eles brigaram durante o jogo; então, os policiais militares detiveram os três e os trouxeram pra delegacia. Como eles começaram a discutir na cela, o trio foi separado. Dois ficaram em uma cela e o outro ficou sozinho”, disse o escrivão Francisco Silva.
Durante a madrugada desta quinta (9), aproveitando a fragilidade estrutural da delegacia, Edcarlos Izidro da Silva, 20, e Gilson da Silva Lima, 25 anos, cavaram um buraco na parede e fugiram sem chamar atenção dos agentes. Já Adriano Teixeira prestou depoimento e foi liberado.
A Polícia Civil não informou o tipo de material utilizando para cavar o buraco.

Homem é morto após 'arrastar' jovem pelas ruas da Capital e trocar tiros com a PM

Ele ainda foi socorrido para o Hospital de EmergênImagem ilustrativa - Traumacia e Trauma, mas já chegou sem vida
Polícia | Em 08/05/13 às 23h19, atualizado em 09/05/13 às 13h25 | Por RedaçãoImagem ilustrativa - Trauma

Um homem foi morto após arrastar uma jovem pelas ruas do Centro de João Pessoa e trocar tiros com a Polícia Militar. O fato aconteceu por volta das 19h desta quarta-feira (8). Ele ainda chegou a ser socorrido para o Hospital de Emergência e Trauma, mas já chegou sem vida.
De acordo com informações do repórter Ainoã Geminiano, da TV Correio, tudo começou na Lagoa do Parque Solon de Lucena. No local, o acusado - até o momento sem identificação - pegou uma adolescente - aparentando ter 17 anos - contra sua vontade e saiu arrastando a garota pelas ruas centrais da Capital.
Os moradores viram a cena e acionaram a Polícia Militar através do Ciop (Centro Integrado de Operações Especiais). Uma guarnição do Pelotão do Choque foi designada ao local e se deparou com a jovem sendo levada a força na entrada para o bairro do Roger.
Quando o acusado avistou os policiais, houve troca de tiros. O homem foi atingido com um disparo nas costas e socorrido, pela própria guarnição, para o Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, onde já chegou morto.
O acusado da agressão estava sem documentos e tinha uma tatuagem na mão esquerda com o símbolo da facção criminosa 'Al Qaeda'. O corpo dele permanecerá ignorado no hospital e deve seguir para a Gerência de Medicina e Odontologia Legal nesta quinta-feira (9). A garota fugiu sem deixar pistas.

Moto roubada em João Pessoa é colocada à venda em loja no Agreste paraibano

O proprietário da loja disse que comprou a motocicleta de um homem conhecido como Amauri Pereira e não sabia que a moto era roubada
Divulgação PM
Moto roubada na CapitalMoto roubada na Capital

Policiais militares do 10º BPM recuperaram uma motocicleta que foi roubada em João Pessoa. O veículo foi apreendido nesta quarta-feira (8) quando estava à venda em uma loja no centro da cidade de Remígio, no Agreste paraibano.
Segundo informações do destacamento da PM, uma policial à paisana estava passando pela revendedora de motos, quando reconheceu a motocicleta Honda Bros.
"Já estávamos em alerta sobre a possibilidade da moto ter sido trazida para  Remígio. As guarnições estavam constantemente fazendo rondas para localizar a moto. A policial desconfiou da moto devido a semelhança dela com as características do veículo roubado em João Pessoa", disse um policial.
A policial acionou as guarnições e quando viaturas chegaram no estabelecimento comercial, os policiais militares constataram que a moto era roubada.
O proprietário da loja disse que comprou a motocicleta de um homem conhecido como Amauri Pereira e não sabia que a moto era roubada. O comerciante foi encaminhado para a delegacia da cidade. O delegado Lamartine Lacerda vai investigar o caso. 

quarta-feira, 8 de maio de 2013



Ministro da Justiça lança programas de combate a violência na 4ª; PB receberá R$ 100 milhões

O objetivo é reduzir crimes letais contra a vida na cidade de João Pessoa (eleita pela ONG mexicana 'Segurança, Justiça e Paz', como a 10ª cidade mais violenta do mundo), e nos demais municípios do Estado
Divulgação
Ministro vem à Paraíba lançar programas de combate a violência
O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, lançará na próxima quarta-feira (8) dois programas de combate a violência na Paraíba. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (6) pelo governador Ricardo Coutinho (PSB), que explicou que os recursos serão na ordem de R$ 100 milhões.
O evento ocorrerá às 16h da próxima quarta, no Palácio da Redenção, em João Pessoa. O objetivo é reduzir crimes letais contra a vida na cidade de João Pessoa (eleita pela ONG mexicana 'Segurança, Justiça e Paz', como a 10ª cidade mais violenta do mundo), e nos demais municípios do Estado.
Os programas 'Brasil Mais Seguro' e 'Crack, é Possível Vencer' têm como foco a recuperação de delegacias, fortalecer o serviço de inteligência das polícias, o enfrentamento às drogas, o combate às organizações criminosas, a melhoria do sistema prisional, a segurança pública para grandes eventos, a criação do Sistema Nacional de Informação em Segurança Pública e a redução da criminalidade violenta.
Brasil Mais Seguro
O programa Brasil Mais Seguro tem por objetivo induzir e promover a atuação qualificada e eficiente dos órgãos de segurança pública e do sistema de justiça criminal, focado na qualificação dos procedimentos investigativos e na maior cooperação e articulação entre as Instituições de Segurança Pública e o Sistema de Justiça Criminal (Poder Judiciário e Ministério Público).
O Brasil Mais Seguro prevê três eixos de atuação: melhoria da investigação das mortes violentas; fortalecimento do policiamento ostensivo e de proximidade (comunitário); e controle de armas.
O programa foi instalado em Alagoas há dez meses e a parceria entre os governos federal e estadual demonstrou que o Estado conseguiu o melhor resultado na redução dos índices da violência no período, cerca 12% no Estado e 23% na capital Maceió.
Crack, é Possível Vencer
As chaves da primeira base móvel de monitoramento do programa Crack, é Possível Vencer, foram entregues ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, em São Paulo, no início do mês passado. As bases – ônibus equipados com câmeras e computadores e que podem ser usados em ações de observação e investigação - serão utilizadas para monitoramento nas cidades que já aderiram ao Programa. Com investimento de R$ 49 milhões, 70 unidades chegarão aos 27 estados.
O programa Crack, é Possível Vencer, é executado em parceria pelos ministérios da Justiça, da Educação da Saúde e do Desenvolvimento Social e os governos estaduais e prefeituras. Desde 2012, programa Crack é Possível Vencer entrega equipamentos de segurança pública para as unidades da federação. Fazem parte desse pacote armas de menor potencial ofensivo, motos, carros, entre outros.
Além das 20 câmeras, que permitem a visualização da venda e do consumo de drogas, os ônibus têm banheiro e funcionam como escritórios bem equipados.

terça-feira, 7 de maio de 2013


Mulher grávida é morta dentro de carro ao parar em semáforo de João Pessoa

Policiais militares do 5º BPM informaram que a vítima estava grávida de 2 meses
Emerson Machado
Mulher morreu dentro do carro
Uma jovem identificada como Adriana Paula Ferreira foi assassinada no semáforo de uma das principais avenidas do bairro dos Bancários, em João Pessoa, no início da manhã desta terça-feira (7). Segundo a Polícia Militar, ela pode ter sido morta no lugar no marido Fabiano Silva que é presidiário do regime semiaberto da Penitenciária Média de Mangabeira. Policiais do 5º BPM informaram que a vítima estava grávida de 2 meses.
Ainda de acordo com a PM, a mulher, que residia no bairro de Mandacaru, diariamente esperava o marido na porta do presídio. Fabiano Silva cumpre pena por assalto, mas estava no semiberto por força de uma decisão da Justiça.
“Acreditamos que, como ela pegava ele todos os dias no presídio, os assassinos pensavam que o detento do semiaberto estaria dirigindo o carro. Ela pode ter sido morta no lugar do marido”, disse um policial, acrescentando que uma arma foi encontrada dentro do veículo.
Policiais informaram que a jovem estava retornando do presídio quando o carro dela, um prisma preto, foi interceptado no semáforo por uma motocicleta e os ocupantes efetuaram disparos contra ela. A vítima morreu na hora.  O trânsito ficou lento.

Carro é atingido por outros veículos após parar em faixa de pedestre em João Pessoa

Devido o acidente, o houve um congestionamento de quase 1 km, mas o trânsito já flui normalmente
190 PB
O carro foi atingido por 3 veículos
Um carro parou em um faixa de pedestre para uma mulher com crianças atravessarem e foi atingido por três veículos no início da tarde desta terça-feira (7), na BR 230, no trecho da comunidade Boa Esperança, no bairro Cristo Redentor, em João Pessoa. Devido o acidente, houve um congestionamento de quase 1 km, mas o trânsito já flui normalmente.
De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF) na Paraíba, uma mulher vinha dirigindo um carro da marca Honda Civic quando percebeu que uma mulher iria fazer a travessia. Ao parar o veículo, outros carros – que vinham em alta velocidade – não conseguiram frear e colidiram.
Agentes da PRF estiveram no local e todos os condutores foram submetidos a exames do bafômetro, mas os resultados deram negativos.
Ninguém ficou ferido. Os veículos foram colocados no acostamento da pista devido o congestionamento. 

Quadrilha amarra vigilante e arromba caixas eletrônicos e lojas dentro de shopping

De acordo com Centro de Operações da Polícia Militar (Copom), por volta das 4h30, a quadrilha chegou ao estabelecimento, rendeu e amarrou o vigilante
Google Maps
Shopping assaltado em Campina Grande
Um grupo formado por sete criminosos arrombou caixas eletrônicos e duas lojas do Shopping Cisne Center, localizado na Rua Afonso Campos, no Centro de Campina Grande, Agreste paraibano. O crime ocorreu na madrugada desta terça-feira (6). O vigilante foi amarrado pelos bandidos.
De acordo com Centro de Operações da Polícia Militar (Copom), por volta das 4h30, a quadrilha chegou ao estabelecimento, rendeu e amarrou o vigilante. Utilizando maçaricos, os assaltantes arrombaram dois caixas eletrônicos.
Ainda de acordo com o Copom, duas lojas foram arrombadas pelo grupo. Horas depois, os assaltantes fugiram e, segundo a PM, um carro modelo Ecosport - que teria sido utilizado na fuga - foi encontrado queimado na zona rural da cidade de Lagoa de Roça, na mesma região.
Todo o efetivo da Polícia Militar foi acionado, mas os acusados pelo crime ainda não foram identificados.

Mulher que seguia em moto com o marido morre após acidente na BR-230 na Grande JP

Já o marido segue internado no Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena
Internet
Imagem Ilustrativa

Uma mulher morreu após um grave acidente automobilístico registrado por volta das 20h desta segunda-feira (06), na BR-230, nas mediações do bairro de Intermares, localizado no município de Cabedelo, Região Metropolitana de João Pessoa.

Maria José de Albuquerque, 45 anos, estava seguindo de carona em uma motocicleta conduzida pelo marido, sentido Cabedelo/João Pessoa, quando ele perdeu o controle do veículo após colisão com uma camioneta.
O casal foi socorrido por uma viatura do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), no entanto, Maria José não resistiu aos ferimentos e morreu a caminho do Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena. Já o marido segue internado na casa de saúde.
Assista matéria completa sobre o caso na reportagem de Ainoã Geminiano, nesta terça-feira (07), na TV Correio.  


Maranhão menospreza importância de Wilson Santiago e o chama ‘micróbio da dissecção’

Já deputado federal Wilson Filho, que ainda faz parte dos quadros do PMDB, foi excluído da reunião que define a agenda de encontros regionais da legenda
Foto: Divulgação
José Maranhão
O menosprezo do PMDB da Paraíba com a família Santiago não é mais escondido pelo presidente da Executiva do partido, o ex-governador José Maranhão. Nesta segunda-feira (6), durante reunião da legenda, o dirigente chegou a chamar o ex-senador Wilson Santiago (PTB) de “micróbio da dissecção”.
Já o filho de Santiago, o deputado federal Wilson Filho (PMDB), que ainda faz parte dos quadros do PMDB, foi excluído da reunião que define a agenda de encontros regionais da legenda nos municípios pólos do Estado e as estratégias com vistas às eleições de 2014 no Estado e no país.
Maranhão não poupou as palavras para desclassificar a importância política de Wilson Satiango. O ex-senador deixou o PMDB e se filiou ao PTB, porque segundo ele, a direção  estava provocando um isolamento político dentro PMDB. Santaigo assumiu a presidência do PTB, na semana passada. Questionado pela imprensa sobre a saída do ex-senador da legenda, Maranhão engrossou o tom: “ele é o micróbio da dissecção” (significa o ato de dissecar, de separar as partes de um corpo ou de um órgão).
Wilson Filho lamentou a postura da cúpula do PMDB, que o vetou da reunião. “Infelizmente, eu fui excluído mais uma vez. A reunião mais importante do ano e eu não recebi convite para participar do evento político”, lamentou o deputado.
Wilson Filho reafirmou que vem sendo preterido das reuniões interna do partido, mesmo sem ter declarado sua saída do PMDB. “Eu nunca falei da minha saída do partido. Eu sou o único deputado que não fui convidado”.

PP coloca Aguinaldo Ribeiro na disputa para o Governo em 2014

O presidente nacional do PP, o senador Ciro Nogueira (PP-PI), afirmou que a pretensão da legenda é lançar Aguinaldo Ribeiro candidato a governador
Portal Correio
Ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro
A disputa ao Governo do Estado na eleição do próximo ano deverá ficar mais acirrada. O nome do ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro (PP), aparece como quarta via para ocupar o cargo de governador da Paraíba, com grandes possibilidades de participar do pleito. Em entrevista exclusiva nesta segunda-feira (6) ao Correio Debate (98FM), o presidente nacional do PP, o senador Ciro Nogueira (PP-PI), afirmou que a pretensão da legenda é lançar Aguinaldo Ribeiro candidato a governador em 2014.
Ciro Nogueira destacou que o partido não possui governadores em nenhum estado brasileiro, por isso, “é importante que o PP lance candidatura a governador em que tenha possibilidade de vitória, com o ministro Aguinaldo Ribeiro”. Apesar de confirmar que a intenção do PP é ter o ministro como candidato ao Governo da Paraíba, o dirigente afirmou que antes de qualquer definição “será analisado a conjuntura política da Paraíba”. “O PP tem essa possibilidade e Aguinaldo Ribeiro é um ótimo nome”, disse.
Além do ministro Aguinaldo Ribeiro, duas pré-candidaturas já estão confirmadas, a do governador Ricardo Coutinho (PSB) e do ex-prefeito de Campina Grande, Veneziano Vital do Rêgo (PDMB). Quem também já ensaia brigar pelo Governo é o deputado federal Major Fábio (MD), que recentemente declarou à imprensa se candidatará a governador pelo MD.
Ciro Nogueira também não descartou o apoio do PP ao governador Ricardo Coutinho para disputa da reeleição. “Existe possibilidade de aliança com Ricardo Coutinho, nada se proibi que isso venha acontecer”, destacou o presidente, que contou também a aproximação do partido é maior com o PSB do que com o PMDB.
“O que era melhor para o partido é que o ministro disputasse como candidato a governador”, enfatizou Ciro Nogueira. Ele deixou nas mãos de Aguinaldo Ribeiro a decisão: “ele total autonomia sobre o diretório da Paraíba. Aguinaldo tem conhecimento de causa, fica muito difícil para nós que estamos distantes determinar”, frisou. Aguinaldo Ribeiro é o vice-presidente do PP da Paraíba.


TCE-PB desbloqueia contas de 30 prefeituras e 3 câmaras; veja relação

Outras 24 contas de prefeituras continuam bloquedas, por não cumprirem o prazo para a entrega dos balancetes dos dois primeiros meses do ano, que se expirou em 30 de abril
Ascom
Fábio Nogueira
O presidente do Tribunal de Contas da Paraíba, conselheiro Fábio Nogueira, determinou o desbloqueio das movimentações bancária, orçamentária e financeira, de 30 prefeituras e de três Câmaras Municipais. Na quinta-feira passada (02) o TCE havia determinado o bloqueio das contas de 54 municípios, que deixaram de enviar os balancetes mensais dos meses de janeiro e fevereiro de 2013. 

Na sexta-feira (03), o conselheiro Fábio Nogueira determinou o desbloqueio das contas das prefeituras de Juarez Távora, Boa Ventura, Montadas, Desterro, Riacho e santo Antônio, Manaíra, Riachão, Logradouro, Araçagi, Juripiranga, São miguel de Taipú, Gurinhém, Pedra Lavrada, Pitimbu, Duas Estradas, Patos e Salgado de São Félx. Além delas, foi desbloqueada a conta bancária da Câmara de vereadores de Manaíra. 

Nesta segunda-feira (06), houve o desbloqueio das contas das prefeitruas de Algodão de Jandaíra, Borborema, Caldas Brandão, Campina Grande, Itaporanga, Matinhas, Passagem, Princesa isabel, Remígio, Santana dos garrotes, queimadas e Tacima. Também foram desbloqueadas as contas das Câmaras Municipais de Itabaiana e São domingos do Cariri.

As contas haviam sido bloqueadas por não cumprirem o prazo para a entrega dos balancetes dos dois primeiros meses do ano, que se expirou em 30 de abril. A decisão do presidente Fábio Nogueira, foi referendada pelo Tribunal Pleno na manhã da quinta-feira passada, entre outras previsões legais, foi embasada na Resolução Normativa RN TC nº. 04/2004 e no artigo 197 do Regimento Interno do TCE.

Os gestores dos municípios que descumprem os prazos estão sujeitos às penas de crime de responsabilidade, por ato de improbidade administrativa, e às penas previstas na Resolução Normativa nº. 07/2009, que determina a aplicação de multa pessoal no valor de R$ 500,00, acrescidos de R$
50,00, por dia de atraso, até o limite de R$ 2.000,00. 

Beco Cultural de João Pessoa vira ponto de consumo de drogas, denunciam internautas

Outro agravante é que menores fazem uso de bebidas alcoólicas, demonstrando assim, a ausência de fiscalização no local
Internet
Beco é um ponto de encontro de todas as tribos
Participantes do projeto ‘Sabadinho Bom’ – que acontece semanalmente no Centro Histórico de João Pessoa – denunciaram através das redes sociais neste domingo (5), que a localidade conhecida como Beco Cultural de João Pessoa, também recebe o nome de ‘Beco da Cachaçaria’, virou ponto de venda e consumo de drogas, durante as tardes de sábados na Capital. Outro agravante é que menores fazem uso de bebidas alcoólicas, demonstrando assim, a ausência de fiscalização no local.
A DJ Cris Lima, que é considerada uma das maiores tuiteiras da Paraíba, usou sua conta no ‘Twitter’ para alertar as autoridades policais sobre o problema que está se instalando no local. “Tenho amigas de menor se drogando por lá. Triste isso”.
Outro problema denunciado é que a rua do ‘Beco da Cachaça’ é fechada impedindo a passagem de veículos. “Esse beco não tem nenhuma ligação com o ‘Sabadinho Bom’. Nesse beco ficam percussões que tocam vários ritmos. Mas, infelizmente, o consumo de drogas é grande”, disse a estudante Karolyne Silva, reforçando que o uso de entorpecentes ocorre sempre após as 17h, quando termina o ‘Sabadinho Bom’.
A Rua Braz Floriano é frequentada por turistas nos finais de semana que curtem um som bacana como forró, samba, maracatu e frevo. Entretanto, o uso de drogas inibe o aumento do número de visitantes na manifestação cultural.
O tenente coronel Almeida Martins informou que, até o momento, não recebeu nenhuma denúncia formal sobre a incidência de drogas no local, nem solicitação da Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) para fazer a segurança na área e imediações do evento.
“Não registramos nenhuma ocorrência dessa natureza. Até agora, não chegou nenhuma documentação da Prefeitura Municipal de João Pessoa ao nosso comando, para fazer a segurança tanto no ‘Sabadinho Bom’, como na área. Graças a Deus, que o evento é tranquilo. Entretanto, uma viatura sempre faz ronda na festa”, avisou o coronel, acrescentando que vai reforça a segurança para coibir o uso de drogas no ‘Beco da Cachaçaria’.
Internautas disseram que a rua do ‘Beco Cultural’, a Braz Florentino, é fechada sem autorização da Secretaria de Mobilidade da Capital. Porém, o diretor de trânsito da Semob, Cristiano Alves, informou que foi proibida a circulação de veículo no local, atendendo uma solicitação da Funjope na gestão passada. “O tráfego de veículos está proibido até o momento porque o documento – que foi enviado pela Funjope no ano passado - ainda é válido”.
O projeto Sabadinho Bom, que é organizado pela Prefeitura de João Pessoa, através da Funjope, ocorre sempre nas tardes dos sábados na Praça Rio Branco, das 12h as 17h. O evento mistura vários ritmos como samba de raiz, pagode e chorinho, atraindo um grande público de todas as idades e camadas sociais.

segunda-feira, 6 de maio de 2013


Presos se rebelam, agridem companheiros e pedem transferência de detentos

Movimentação foi totalmente controlada. Após uma contagem feita no pavilhão, direção constatou que nenhum detento fugiu da penintenciária.
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Serrotão
Detentos da Penitenciária Regional de Campina Grande Raymundo Asfora, o 'Serrotão', realizaram nas primeiras horas da manhã desta segunda-feira (6), um princípio de rebelião na unidade prisional, conforme informou o tenente coronel, Souza Neto (comandante do 2º BPM). Há feridos no local, mas o Samu não teve acesso à penitenciária devido a agressividade dos presidiários. O abastecimento de energia elétrica foi suspenso na unidade e a movimentação já foi totalmente controlada pelas autoridades.
“Todo o efetivo da Polícia Militar esteve no presídio, após o diretor da unidade informar que os presos estavam jogando objetos na cerca elétrica para causar uma pane na rede e fugirem”, disse o coronel, acrescentando que viaturas do BOPE, Choque e Força Tática foram para o local.
O tumulto que ocorreu no pavilhão coletivo foi uma represália à fuga frustrada na madrugada desta segunda (6), onde três presos tentaram fugir utilizando uma corda conhecida como ‘Teresa’.
O secretário de Administração Penitenciária do Estado, Walber Virgulino, adiantou que os presidiários reclamaram de algumas regalias que foram cortadas e pediram a transferência de inimigos.
Agentes penitenciários informaram que os detentos serraram as grades de uma das celas do pavilhão 8. Os militares efetuaram disparos para o alto e frustraram a fuga do trio. Os presidiários foram identificados.